30.3.06
“Parabéns pra você, eu só vim pra comer...”
Caraca! Como podem existir pessoas que não gostam de aniversário? É o ato de fazer aniversário, é a produção da festinha, é o fato de ficar mais velho, enfim tudo que envolve a celebração do seu nascimento. É um tal de ame ou odeie, quem não liga, não está vivo. Quem não gosta, esconde a data, a idade e se isola. Adoram se deprimir neste período, começam a achar rugas, doenças causadas pelo avanço da idade, enfim qualquer coisa pra se arrasar e não ter tal motivo para comemorar. Passa um ano inteiro e eu tenho amigos que parecem não terem feito aniversário. Já pessoas como eu que adoram festejar o seu aniversário (e o dos outros) não precisam incentivo nenhum para assoprar as velinhas. Eu mesmo já fiz até festa surpresa na firma pra mim mesmo. Organizei tudo, decorei, preparei os comes e bebes, saí e depois dos convidados entrarem, apareci espantado. “Meu Deus não precisava, tudo isso pra mim?!” Tá, concordo é doença, mas a festa estava ótima. Quando eu fazia “RP” na faculdade diziam que era curso de organizador de festinhas. Talvez por isso que eu nunca tenha terminado. Os meus aniversários não são muito ortodoxos, teve um ano que foi churros com mágicas. A Brasília do mágico estragou em Canoas e eu tive que fazer um show surpresa para meus cobaias convidados. Neste ano foi: Picolés com luta de cotonetes (aquele brinquedo inflável gigante com cotonetes enormes pra se bater um nos outros). Foi inesquecível, ano que vem já sei que será escalada com alguma outra coisa que vou inventar. E assim vou indo, de festa em festa até quando a vida me permitir. Deixa a vida me levar...
Abaixo algumas dicas de um “expert” em festinhas:
- Leve sempre um presente.(Nem que seja um cagalhão embrulhado.)
- Nunca peça um pratinho pra levar.(É coisa de pobre.)
- Analise o Durex ele diz tudo. (Durex velho é sinal que foi embrulhado em casa, se não tem o picote do porta fita-adesiva também. Daí, a pessoa já tinha o presente e resolveu se livrar do entulho lhe presenteando).
- O cálculo, são dez salgadinhos por pessoa. (Não peça outra bandejinha, tá contado!)
- Não deixe as crianças esperar debaixo do balão surpresa puxando a camiseta esticada para aumentar a superfície da queda.(É coisa de pobre também.)
- Canudinho recheado, maionese, torta fria e pizza alta de sardinha são pratos cafona, mas eu adoro!
Celebration e me convidem pro seu anos em festa!
2.3.06
O pior do meu carnaval
Quando a gente resolve não sofrer e ficar num cantinho bem quietinho esperando o Carnaval passar, tem os prós e os contras da história. Lembrei dos engarrafamentos da free-way, do passeio nas lojas de R$ 1,99 em Tramandaí, do calorão sem ar condicionado, das obras da 101, das camas, lençóis e travesseiros das pousadas; dos “Magal” fazendo festa com porta-malas aberto na beira-mar; dos roubos no litoral, dos gastos excessivos, etc... Decidi: Não vou sair de casa neste carnaval!
Mas como nós viemos aqui falar mal do carnaval, vamos só recordar os micos. Que mesmo no meu “bunker” me atingiram, fui bombardeado por várias notícias que me deixaram de queixo caído. Por exemplo: A Sasha, cantando “tô ficando atoladinha” em cima de um trio elétrico na Bahia. Isso é coisa de quem não queria expôr a filha. Uma senhora que foi atropelada por um carro alegórico no Rio. Vai ser moscão assim na Bahia. Um caminhão trio elétrico no Maranhão, tombou e esmagou uns quatro. Ninguém sabia de nada, de quem era a jamanta, quem contratou, enfim nada! Cadê o responsável? Só na quarta de cinzas! A madrinha da bateria que botou um rojão nas costas e ao sair o foguete lhe ateou fogo nos pixaim. A Cicarelli que não se avançou na Raica no camarote da Nova Schin, graças ao seu empresário...Enfim, a lama transbordava pela minha tevê, deixei de ir á praia para não ver o nosso mar marron, “Nescau” do litoral e mesmo assim essa tsunami de merda me encontrou sentado no sofá.
Mas o pior de tudo foi ver o desfile do “grupo B” do carnaval de Porto Alegre. Sério, eu vi! Tinha escola de samba com alas de seis pessoas. E ao amanhecer apenas duas pessoas nas arquibancadas completamente vazias assistindo. Era triste! Chega! Vamos dar grana pra quem precisa! Tem tanta gente passando fome e estes caras comprando TNT pra forrar carro alegórico. É ridículo. Isto é festa popular? Dá comida que eles pulam mais! Se o carnaval de Porto Alegre não comporta outros grupos fora o grupo principal, acabou o carnaval! Vamos encerrar esta pouca vergonha! Voltem pra suas casas, e vejam o que é desfile, assistam o show que o Rio de Janeiro a cada ano nos proporciona. E depois vamos falar em desfile, alegoria, harmonia, bateria, grupo “A e B”, apurações e administração de verbas públicas. Uma boa ressaca a todos e curtam o desfile das campeãs no sábado!
20.2.06
O Bará enterrado
Eu ouvi parte desta história há um tempo atrás na beira da Praia de Ibiraquera, enquanto minha famosa esposa e a famosa historiadora Sandra Pesavento conversavam. Me parece que os escravos macumbeiros enterraram três Barás em Porto Alegre, para a cidade prosperar e ter proteção do orixá. Um está em baixo do Palácio Piratini(sede do governo), outro em baixo da Igreja do Rosário(sede da Religião) e outro no solo do mercado público(sede do comércio).
Tá até aí morreu o Neves! O quê isto tem haver? Tem haver que, eu passei o fim de semana filmando um curta-metragem com meu amigo Giovane no mercado. É impressionante a demonstração de fé no centro do Mercado Público de Porto Alegre. Basta ficar alguns minutos, como ficamos esperando os atores se aprontarem para filmar, que você presencia manifestações muito estranhas. As pessoas que conhecem esta história ou crêem em religiões Afro-brasileiras fazem ali seu altar. Tem muita gente que joga moedas ao centro do prédio, na encruzilhada, outros se deitam e fazem saudações, diversos rituais. Tem gente que joga as moedas, camuflado, vão caminhando e jogando, se fazendo de desentendido. Vi até, alguns mais desavisados, que recolhiam e queriam devolver ás pessoas que as deixaram cair. Bacana, também é ver o velho James Brown, que dança e diverte as pessoas e recolhe as moedinhas do Bará, para transformá-las em seu conservante etílico do seu frágil corpo. Mas tem que se ficar um tempo. Não é todo mundo que faz esta oferenda, na verdade eu já estava querendo trocar o foco do curta e fazer um documentário sobre este tema. Deixa estar, eu joguei as minhas moedinhas com respeito e a filmagem de sábado correu tudo bem. Foram aceitas pelo Bará.
No Domingo pela manhã, com a troca do horário de verão, estava um caos a filmagem, muito atraso, sol, bombeiros que não queriam vir para fazer o efeito da chuva, etc... Quase cancelamos! Daí a lembrança do Diretor, se tinha que fazer a oferenda ao Bará, porém com os grandes portões de ferro fechados. O velho negro vigia, por trás das grades, disse: hoje não! Mas o pessoal do cinema não tem ouvido muito, ele jogou a moeda assim mesmo, ela bateu numa barrinha de ferro da porta e voltou. O vigia disse: Viu, hoje não! E Ele insistiu e jogou a moeda novamente, dessa vez ela entrou. OK! Cena da chuva! Caiu água na câmera e estragou! Será que foi o Bará? Da próxima vez, por favor, vamos ouvir o preto velho vigia.
17.2.06
DEFINIÇÃO DO HOMEM POR REGIÕES
Depois de diversos estudos se chegou ao verdadeiro perfil do homem brasileiro conforme a sua cidade ou região:
O PAULISTA:Encontra a mulher com o outro na cama e vai fazer terapia. Pó meu, num tô entendeeeendo.
O CARIOCA:Encontra a mulher com o outro na cama, junta-se a ele se se diverte.
O MINEIRO:Encontra a mulher com o outro na cama, mata o homem e continua casado com a mulher, exatamente como manda a TFM, Tradicional Família Mineira.
O CATARINENSE:Encontra a mulher com o outro na cama e, ao contrário do mineiro, mata a mulher fica com o marmanjo só pra ele.
O CEARENSE:Encontra a mulher com o outro na cama e, sendo o cabra da peste que é, mata os dois e arruma outra no dia seguinte.
O GOIANO:Encontra a mulher com o outro na cama, entra em depressão, pega a viola e vai para a rua à procura de outro corno pra montar mais uma dupla sertaneja.
O BAIANO:Encontra a mulher com o outro na cama, vai sentar na sala até que os dois terminem o que estão fazendo, pra ele poder dormir um pouco.
O BRASILIENSE:Sempre que pega a mulher com outro na cama, de raiva vai para o Congresso e inventa mais um imposto.
O CURITIBANO:Quando pega a mulher com outro na cama, não faz nada,pois curitibano não fala com estranhos.
O CUIABANO:quando pega a mulher com outro na cama, agradece a Deus, pois vê que não é só ele que pega mulher feia.
O GAÚCHO:Mulher de gaúcho não vai pra cama com outro, porque está satisfeita com o homem que tem. (Mas ahhhh!!! galo véio!!)
DICAS: De como cantar gente Feia !
- Sim! Então cospe, dragão.
2) Vc. tem telefone?
- Tenho, Então vende e faz uma plástica.
3) Uma mulher feia passa por você e quando ela estiver de costas, grite bem alto: “volta, volta, volta...“ Quando ela olhar pra trás toda feliz complete a frase:“Volta pro inferno, demônio!.“
4) Vc. não é feio, a sua beleza que é rara!.
5) Alguém já lhe disse que vc. é lindo? Não? Mas claro, quem conseguiria mentir tanto assim...
6) Quando três meninas estiverem andando na rua vc., diz:: olha as três graças“a Sem Graça, a Desgraça e a nem de Graça.
7) Cuidado! Mulher feia e urubu comigo é na pedrada.
8) Vc. é bonita... Pena que está no planeta errado.
9) Me dá seu telefone.- Pra que?Pra eu nunca ligar, nem por engano!.
10) Vc. não é feia... Apenas nasceu diferente.
11) Deus castiga, mas o que ele fez contigo foi muita sacanagem
9.2.06
O Mussum
Das minhas muitas histórias esta é a mais ouvida, a mais contada, a mais intrigante, aquela que permanece depois de tantos anos. Já pensei em escreva-la para o quadro da Denise Fraga no Fantástico, mas o autor tem que pôr o rosto na telinha, aí é mico global, desisti. Mas tudo começa com um cachorro que eu tinha na minha adolescência, se é que podia se chamar aquilo de cachorro. O Mussum, era um cãozinho bem pequeno, tipo anão, velho, 14 anos, preto russo, que nem camiseta preta velha, caminhava saltitante, muito brabo. Aquele tipo de cachorrinho baixinho invocado, corria atrás de bicicleta, vivia na rua, entrava num buraco de esgoto e saia em outro. Era podre, fedido, feio e bravo; porém me amava muuuuuito! Na semana do meu casamento decretei algumas normas severas na casa de meus pais, afinal a recepção, após a cerimônia na igreja, seria á beira da piscina da minha casa. Uma das leis era ficar com pátio limpo durante esta semana, peguei o Mussum e outros cães que eu tinha, e os lavamos para um canil. Este canil era em Teresópolis atrás da igreja. Mal cheguei em casa, minha mãe disse: “Ligaram do canil, liga pra eles!“. A notícia era que após eu deixá-lo atrás das grades, ele fugira, rasgou as telas e estava á solta pelo bairro. Não vou dizer que não fiquei triste, porém parecia melhor, uma série de problemas da minha infância estariam solucionados. A minha vizinha Magda, uma adoradora de gatos, me pegou em casa e percorremos as ruas ao redor do canil e nada do pequeno Gremilim. Desisti, e imaginei o melhor pra ele. Lembrei-me da vez que a Condota, minha outra vizinha, tinha me dito que deu “ri-do-rato” pra ele e o pequenino parecia mais forte. Ele incomodava muito, frustado, tentanto cruzar com a sua vizinha “Fila-Brasileiro”, devido a estatura elevada da raça. Era um histórico digno de qualquer “Papael”: Atropelamentos, envenenamentos, surras de cães maiores, e tudo de ruim que você conseguir imaginar! E ele lá vivinho da Silva! E pior mais forte! Era um tipo de mutação da espécie!
Agora o pior, no dia do meu casamento, já se tinha esquecido do desaparecimento do dito cujo. Na saída dos noivos da igreja, no comboio nupcial, o carro da minha mãe furou o pneu. Enquanto ela esperava os homens do automóvel trocarem o estepe, próximo a uma praça na tristeza, ela que tem sérios problemas de visão avistou á noite um ser saltitante. Uma coisa parecida entre frankstein e um guizmo que comeu após a meia noite. Era ele, o Mussum reapareceu! A minha chegada na recepção foi abafada pela notícia:- O Mussum voltou! Outros vizinhos disseram: “Talvez ele tenha lido o convite e sabia da hora e do local para estar na igreja!” Outros tinham a tese que ele vinha procurando o Rio Guaíba, pelo cheiro, pois sabia que morava próximo ao Rio e a Igreja também estava perto da suas margens. Só sei que em todas as fotos do meu álbum de casamento, todos queriam que ele aparecesse. Depois de uma semana de sumiço ele estava pior e mais sujo. Ficou imortalizado no meu álbum e morreu uma semana depois, de velho, dormindo num tapetinho perto da porta.
Foi num puteiro em João Pessoa, que descobri que a vida é boa!
8.2.06
VIAGRA PRA QUÊ?
Já faz um tempinho que acorreu está história, mas lembro muito bem como começou, fora com uma doação de um grande amigo meu, o Alemão. O “Ale” trabalhava como laboratorista, um tipo de promotor de remédios. Ele ganhou de um amigo e me deu uma amostra grátis de Viagra. O cara me deu um comprimido só e me disse: - Não desperdiça cada um custa mais ou menos R$ 25,00. Tudo certinho, botei na gaveta do criado mudo e esqueci. E a mente é cruel, numa bela manhã ensolarada, minha esposa já tinha ido pra sua labuta diária e este mastodonte que vos fala despertou endiabrado. Estava dando o programa da Ana Maria Braga, quando me lembrei do tal Viagra na gaveta. Entre uma receita e uma piada do louro José, veio a idéia de tomar a pirulinha, pensei porque não tomar, porque tomar, tomei! Eu ainda com o troço na goela, olhava meu guri descansando, e nada, nem sinal de vida, deitado eternamente em berço esplêndido. Pensava em coisas que poderiam gerar alguma reação, quem sabe uns tapinhas? E nada. Começou, então, a TV Xuxa, os desenhos, aí mesmo que desisti de ver qualquer movimento de ascensão da criança. O pequenino dormia sem dó. Mas eis que de repente, quando eu não esperava mais nada, me aparece todo poder concentrado da força, ressurgindo das trevas como uma Fênix! E o Guri estava de pé firme e forte, pronto pra lida! Daí, fui pra covardia, dei tanto nele, o coitadinho sofreu nas minhas mãos. Voltei pra cama depois ato consumado, com o negro derrubado, pensei em voltar a dormir e de repente: Tchoin! Ele lá durinho de novo, levantei fui ao computador e ele ali desperto. Pensei em não judiar do sem pescoço, mas ele teimava em me dar pauladas na boca do estômago. Então, fui obrigado a jogar um dadinho no banheiro, ele morreu novamente, achei que fosse pra sempre e de novo, ele logo, logo “acordadito da Silva”.
Perambulei pelo apê com a Tevê ligada, aumentei o som do Ilariê e o Guri de pé, olhei a pia cheia de louças e me pus á lavá-las. Agora tem que brochar, pensei, quer coisa mais baixo astral que lavar pratos. E ele se auto-flagelava dando cabeçada no balcão da pia, achei que iria inutilizar minha Todeschini. Sei que a luta foi acabar perto do meio dia, comigo derrubado, e ele ainda “tentiando” lutar. Nunca imaginaria que funcionasse tanto em um cara tão jovem como eu. Já sei como resolver meus problemas na minha velhice. Indico aos amigos que estão com o guri baixado ou mesmo, querem encontrar uma boquinha pro seu guri.
19.1.06
Tudo o que deu errado no Bamboocha:
Proibição de sair do hotel: Ninguém pode tirar o direito de ir e vir do cidadão! Estar obrigado a ficar retido em um recinto fechado ou cercado, está caracterizado o cárcere privado. Eles podiam sugerir que as pessoas não saíssem do hotel e participassem das atividades propostas. Mas não impedir a saída a qualquer hora de qualquer participante do evento, maior de idade ou menor acompanhado por seu responsável.
Certo dia, marcamos com Kojak (orientador e líder do nosso grupo) que sairíamos ás 13:30hs. Para o passeio no barco do meu primo, porém o chefe da segurança que sabia do combinado fora ao banheiro e baixou o rádinho comunicador. Ao chegarmos na praia outro segurança, perguntou sobre a autorização á produção, e um rapaz desavisado disse: “Ninguém sai!” O bate boca do Gaúcho aqui, foi foda! Estavam na praia: O Guido, o Decanto, o Rafinha e sua ratinha, todos com cara de criança cagada. Dentro da sua camionete, meu primo impaciente, só pensava no seu barco lotado pronto para zarpar.
Daí então, resolvi correr até a base de produção e achar alguém que soubesse da tal combinação, e nisso encontrei o chefe da segurança saindo do trono, abotoando as calças e ligando o maldito radinho. Cheguei gritando, já cobrando uma indenização, falando de um táxi que estaria na praia e do passeio que estaria perdido. Na mesma hora, me virei e voltei correndo á praia, enquanto ele passava a orientação da nossa saída aos seguranças. Na volta estavam todos da produção e da segurança enfileirados como empregados em revista pelo patrão. Com as desculpas prontas e esclarecimentos sobre a possível indenização cobrada por mim na saída. Resolvi deixar por isso mesmo e aceitei as desculpas. Mas fiz questão de deixar claro que a minha parte, o aviso, eu tinha feito certo. E os vexames começaram, vexame one!
Brincadeiras da APAE: A gincana e as brincadeiras foram um fracasso. Era muita gente, jovens difíceis de comandar, famintos por diversão. O Sr. Madruga(produtor) não tinha carisma para assumi-los e era muito difícil organizar este tipo de atividade, ainda mais para 300 pessoas. A desorganização imperava. Brigas por empates. Quase morreu uma menina na corrida de aventuras, e o resultado desta brincadeira foi errado e depois comemoração de um grupo, foi corrigido e o resultado favoreceu outra equipe. Ninguém sabe quem ganhou a gincana até hoje. Ouvi dizer que os prêmios surpresa eram os espaguetes da piscina que sobraram, pois as bóias, que eram massa roubaram todas. Vexame dois!
Se gritar pega ladrão não fica um meu irmão:No quesito roubo os Bamboochos e Bamboochas se superaram. Foram bóias, colchões de piscina, guarda-sóis, cangas, e tudo que dava pra carregar. Nas últimas horas todas as malas quase estouravam com um mundo de Fantas que um frigobar poderia ceder. Só não levaram os coqueiros do hotel por que estavam plantados a anos. Vexame três!
O Malboro perdeu o avião! Esta foi a notícia que chegara ainda na hora da janta da última noite. O dj tentou mas a grande atração não veio, o Fly(dançarino da Xuxa) tentou também, mas o povo é cruel, queriam ver o artista anunciado. Até parecia que tinham pago pelo show, e as notícias chegavam pelo microfone: Pegou o avião, chegou em Recife, já está no estado de Alagoas, está a caminho, etc... Nós saíamos ás 3hs. Da matina para o aeroporto e o Dj Malboro entrou no palco ás 3:15hs. Conclusão: Não o vimos! Ele fez show para meia dúzia de gatos pingados e cansados! Vexame four!
Conclusão: Não adianta só grana para este tipo de evento, tem que ter as pessoas certas e qualificadas no comando. Senão é só vexame! Contratem os Gaúchos!









