30.3.06

Engordei cinco quilos, depois de ter perdido dez!

Vejam a expressão de dor e o golpe baixo da Britney!

“Parabéns pra você, eu só vim pra comer...”

Caraca! Como podem existir pessoas que não gostam de aniversário? É o ato de fazer aniversário, é a produção da festinha, é o fato de ficar mais velho, enfim tudo que envolve a celebração do seu nascimento. É um tal de ame ou odeie, quem não liga, não está vivo. Quem não gosta, esconde a data, a idade e se isola. Adoram se deprimir neste período, começam a achar rugas, doenças causadas pelo avanço da idade, enfim qualquer coisa pra se arrasar e não ter tal motivo para comemorar. Passa um ano inteiro e eu tenho amigos que parecem não terem feito aniversário. Já pessoas como eu que adoram festejar o seu aniversário (e o dos outros) não precisam incentivo nenhum para assoprar as velinhas. Eu mesmo já fiz até festa surpresa na firma pra mim mesmo. Organizei tudo, decorei, preparei os comes e bebes, saí e depois dos convidados entrarem, apareci espantado. “Meu Deus não precisava, tudo isso pra mim?!” Tá, concordo é doença, mas a festa estava ótima. Quando eu fazia “RP” na faculdade diziam que era curso de organizador de festinhas. Talvez por isso que eu nunca tenha terminado. Os meus aniversários não são muito ortodoxos, teve um ano que foi churros com mágicas. A Brasília do mágico estragou em Canoas e eu tive que fazer um show surpresa para meus cobaias convidados. Neste ano foi: Picolés com luta de cotonetes (aquele brinquedo inflável gigante com cotonetes enormes pra se bater um nos outros). Foi inesquecível, ano que vem já sei que será escalada com alguma outra coisa que vou inventar. E assim vou indo, de festa em festa até quando a vida me permitir. Deixa a vida me levar...


Abaixo algumas dicas de um “expert” em festinhas:

  • Leve sempre um presente.(Nem que seja um cagalhão embrulhado.)
  • Nunca peça um pratinho pra levar.(É coisa de pobre.)
  • Analise o Durex ele diz tudo. (Durex velho é sinal que foi embrulhado em casa, se não tem o picote do porta fita-adesiva também. Daí, a pessoa já tinha o presente e resolveu se livrar do entulho lhe presenteando).
  • O cálculo, são dez salgadinhos por pessoa. (Não peça outra bandejinha, tá contado!)
  • Não deixe as crianças esperar debaixo do balão surpresa puxando a camiseta esticada para aumentar a superfície da queda.(É coisa de pobre também.)
  • Canudinho recheado, maionese, torta fria e pizza alta de sardinha são pratos cafona, mas eu adoro!

    Celebration e me convidem pro seu anos em festa!

2.3.06

JÁ ESCOLHI MINHA FANTASIA PRO CARNAVAL 2007!

Até o beiçola apareceu no desfile!

O pior do meu carnaval

Quando a gente resolve não sofrer e ficar num cantinho bem quietinho esperando o Carnaval passar, tem os prós e os contras da história. Lembrei dos engarrafamentos da free-way, do passeio nas lojas de R$ 1,99 em Tramandaí, do calorão sem ar condicionado, das obras da 101, das camas, lençóis e travesseiros das pousadas; dos “Magal” fazendo festa com porta-malas aberto na beira-mar; dos roubos no litoral, dos gastos excessivos, etc... Decidi: Não vou sair de casa neste carnaval!
Mas como nós viemos aqui falar mal do carnaval, vamos só recordar os micos. Que mesmo no meu “bunker” me atingiram, fui bombardeado por várias notícias que me deixaram de queixo caído. Por exemplo: A Sasha, cantando “tô ficando atoladinha” em cima de um trio elétrico na Bahia. Isso é coisa de quem não queria expôr a filha. Uma senhora que foi atropelada por um carro alegórico no Rio. Vai ser moscão assim na Bahia. Um caminhão trio elétrico no Maranhão, tombou e esmagou uns quatro. Ninguém sabia de nada, de quem era a jamanta, quem contratou, enfim nada! Cadê o responsável? Só na quarta de cinzas! A madrinha da bateria que botou um rojão nas costas e ao sair o foguete lhe ateou fogo nos pixaim. A Cicarelli que não se avançou na Raica no camarote da Nova Schin, graças ao seu empresário...Enfim, a lama transbordava pela minha tevê, deixei de ir á praia para não ver o nosso mar marron, “Nescau” do litoral e mesmo assim essa tsunami de merda me encontrou sentado no sofá.
Mas o pior de tudo foi ver o desfile do “grupo B” do carnaval de Porto Alegre. Sério, eu vi! Tinha escola de samba com alas de seis pessoas. E ao amanhecer apenas duas pessoas nas arquibancadas completamente vazias assistindo. Era triste! Chega! Vamos dar grana pra quem precisa! Tem tanta gente passando fome e estes caras comprando TNT pra forrar carro alegórico. É ridículo. Isto é festa popular? Dá comida que eles pulam mais! Se o carnaval de Porto Alegre não comporta outros grupos fora o grupo principal, acabou o carnaval! Vamos encerrar esta pouca vergonha! Voltem pra suas casas, e vejam o que é desfile, assistam o show que o Rio de Janeiro a cada ano nos proporciona. E depois vamos falar em desfile, alegoria, harmonia, bateria, grupo “A e B”, apurações e administração de verbas públicas. Uma boa ressaca a todos e curtam o desfile das campeãs no sábado!

20.2.06

Mais adiante, na mesma rua de Porto Alegre!

O Bará enterrado

Eu ouvi parte desta história há um tempo atrás na beira da Praia de Ibiraquera, enquanto minha famosa esposa e a famosa historiadora Sandra Pesavento conversavam. Me parece que os escravos macumbeiros enterraram três Barás em Porto Alegre, para a cidade prosperar e ter proteção do orixá. Um está em baixo do Palácio Piratini(sede do governo), outro em baixo da Igreja do Rosário(sede da Religião) e outro no solo do mercado público(sede do comércio).
Tá até aí morreu o Neves! O quê isto tem haver? Tem haver que, eu passei o fim de semana filmando um curta-metragem com meu amigo Giovane no mercado. É impressionante a demonstração de fé no centro do Mercado Público de Porto Alegre. Basta ficar alguns minutos, como ficamos esperando os atores se aprontarem para filmar, que você presencia manifestações muito estranhas. As pessoas que conhecem esta história ou crêem em religiões Afro-brasileiras fazem ali seu altar. Tem muita gente que joga moedas ao centro do prédio, na encruzilhada, outros se deitam e fazem saudações, diversos rituais. Tem gente que joga as moedas, camuflado, vão caminhando e jogando, se fazendo de desentendido. Vi até, alguns mais desavisados, que recolhiam e queriam devolver ás pessoas que as deixaram cair. Bacana, também é ver o velho James Brown, que dança e diverte as pessoas e recolhe as moedinhas do Bará, para transformá-las em seu conservante etílico do seu frágil corpo. Mas tem que se ficar um tempo. Não é todo mundo que faz esta oferenda, na verdade eu já estava querendo trocar o foco do curta e fazer um documentário sobre este tema. Deixa estar, eu joguei as minhas moedinhas com respeito e a filmagem de sábado correu tudo bem. Foram aceitas pelo Bará.
No Domingo pela manhã, com a troca do horário de verão, estava um caos a filmagem, muito atraso, sol, bombeiros que não queriam vir para fazer o efeito da chuva, etc... Quase cancelamos! Daí a lembrança do Diretor, se tinha que fazer a oferenda ao Bará, porém com os grandes portões de ferro fechados. O velho negro vigia, por trás das grades, disse: hoje não! Mas o pessoal do cinema não tem ouvido muito, ele jogou a moeda assim mesmo, ela bateu numa barrinha de ferro da porta e voltou. O vigia disse: Viu, hoje não! E Ele insistiu e jogou a moeda novamente, dessa vez ela entrou. OK! Cena da chuva! Caiu água na câmera e estragou! Será que foi o Bará? Da próxima vez, por favor, vamos ouvir o preto velho vigia.

17.2.06

Mas ah! Galo!

DEFINIÇÃO DO HOMEM POR REGIÕES

Depois de diversos estudos se chegou ao verdadeiro perfil do homem brasileiro conforme a sua cidade ou região:

O PAULISTA:Encontra a mulher com o outro na cama e vai fazer terapia. Pó meu, num tô entendeeeendo.

O CARIOCA:Encontra a mulher com o outro na cama, junta-se a ele se se diverte.

O MINEIRO:Encontra a mulher com o outro na cama, mata o homem e continua casado com a mulher, exatamente como manda a TFM, Tradicional Família Mineira.

O CATARINENSE:Encontra a mulher com o outro na cama e, ao contrário do mineiro, mata a mulher fica com o marmanjo só pra ele.

O CEARENSE:Encontra a mulher com o outro na cama e, sendo o cabra da peste que é, mata os dois e arruma outra no dia seguinte.

O GOIANO:Encontra a mulher com o outro na cama, entra em depressão, pega a viola e vai para a rua à procura de outro corno pra montar mais uma dupla sertaneja.

O BAIANO:Encontra a mulher com o outro na cama, vai sentar na sala até que os dois terminem o que estão fazendo, pra ele poder dormir um pouco.

O BRASILIENSE:Sempre que pega a mulher com outro na cama, de raiva vai para o Congresso e inventa mais um imposto.

O CURITIBANO:Quando pega a mulher com outro na cama, não faz nada,pois curitibano não fala com estranhos.

O CUIABANO:quando pega a mulher com outro na cama, agradece a Deus, pois vê que não é só ele que pega mulher feia.

O GAÚCHO:Mulher de gaúcho não vai pra cama com outro, porque está satisfeita com o homem que tem. (Mas ahhhh!!! galo véio!!)

Antes de lascar uma cantada, CUIDADO !

DICAS: De como cantar gente Feia !

1) Vc. tem fogo?
- Sim! Então cospe, dragão.
2) Vc. tem telefone?
- Tenho, Então vende e faz uma plástica.
3) Uma mulher feia passa por você e quando ela estiver de costas, grite bem alto: “volta, volta, volta...“ Quando ela olhar pra trás toda feliz complete a frase:“Volta pro inferno, demônio!.“
4) Vc. não é feio, a sua beleza que é rara!.
5) Alguém já lhe disse que vc. é lindo? Não? Mas claro, quem conseguiria mentir tanto assim...
6) Quando três meninas estiverem andando na rua vc., diz:: olha as três graças“a Sem Graça, a Desgraça e a nem de Graça.
7) Cuidado! Mulher feia e urubu comigo é na pedrada.
8) Vc. é bonita... Pena que está no planeta errado.
9) Me dá seu telefone.- Pra que?Pra eu nunca ligar, nem por engano!.
10) Vc. não é feia... Apenas nasceu diferente.
11) Deus castiga, mas o que ele fez contigo foi muita sacanagem

9.2.06

Saudades do Mussum, o verdadeiro "moita"!

O Mussum

Das minhas muitas histórias esta é a mais ouvida, a mais contada, a mais intrigante, aquela que permanece depois de tantos anos. Já pensei em escreva-la para o quadro da Denise Fraga no Fantástico, mas o autor tem que pôr o rosto na telinha, aí é mico global, desisti. Mas tudo começa com um cachorro que eu tinha na minha adolescência, se é que podia se chamar aquilo de cachorro. O Mussum, era um cãozinho bem pequeno, tipo anão, velho, 14 anos, preto russo, que nem camiseta preta velha, caminhava saltitante, muito brabo. Aquele tipo de cachorrinho baixinho invocado, corria atrás de bicicleta, vivia na rua, entrava num buraco de esgoto e saia em outro. Era podre, fedido, feio e bravo; porém me amava muuuuuito! Na semana do meu casamento decretei algumas normas severas na casa de meus pais, afinal a recepção, após a cerimônia na igreja, seria á beira da piscina da minha casa. Uma das leis era ficar com pátio limpo durante esta semana, peguei o Mussum e outros cães que eu tinha, e os lavamos para um canil. Este canil era em Teresópolis atrás da igreja. Mal cheguei em casa, minha mãe disse: “Ligaram do canil, liga pra eles!“. A notícia era que após eu deixá-lo atrás das grades, ele fugira, rasgou as telas e estava á solta pelo bairro. Não vou dizer que não fiquei triste, porém parecia melhor, uma série de problemas da minha infância estariam solucionados. A minha vizinha Magda, uma adoradora de gatos, me pegou em casa e percorremos as ruas ao redor do canil e nada do pequeno Gremilim. Desisti, e imaginei o melhor pra ele. Lembrei-me da vez que a Condota, minha outra vizinha, tinha me dito que deu “ri-do-rato” pra ele e o pequenino parecia mais forte. Ele incomodava muito, frustado, tentanto cruzar com a sua vizinha “Fila-Brasileiro”, devido a estatura elevada da raça. Era um histórico digno de qualquer “Papael”: Atropelamentos, envenenamentos, surras de cães maiores, e tudo de ruim que você conseguir imaginar! E ele lá vivinho da Silva! E pior mais forte! Era um tipo de mutação da espécie!
Agora o pior, no dia do meu casamento, já se tinha esquecido do desaparecimento do dito cujo. Na saída dos noivos da igreja, no comboio nupcial, o carro da minha mãe furou o pneu. Enquanto ela esperava os homens do automóvel trocarem o estepe, próximo a uma praça na tristeza, ela que tem sérios problemas de visão avistou á noite um ser saltitante. Uma coisa parecida entre frankstein e um guizmo que comeu após a meia noite. Era ele, o Mussum reapareceu! A minha chegada na recepção foi abafada pela notícia:- O Mussum voltou! Outros vizinhos disseram: “Talvez ele tenha lido o convite e sabia da hora e do local para estar na igreja!” Outros tinham a tese que ele vinha procurando o Rio Guaíba, pelo cheiro, pois sabia que morava próximo ao Rio e a Igreja também estava perto da suas margens. Só sei que em todas as fotos do meu álbum de casamento, todos queriam que ele aparecesse. Depois de uma semana de sumiço ele estava pior e mais sujo. Ficou imortalizado no meu álbum e morreu uma semana depois, de velho, dormindo num tapetinho perto da porta.

Aí a coisa muda de figura!

Foi num puteiro em João Pessoa, que descobri que a vida é boa!

Puteiros por si só, são sempre toscos, mas os de Passo Fundo são um caso á parte. Êta, povinho grosso. Depois de um dia de trabalho na cidade mais “solta das patas” que eu conheço, jantamos e peguei toda a equipe para passear pelo centro da cidade. Ainda era cedo, e de repente o grupo estava diante de uma boate que recém abrira, alguém sugeriu: “vamos entrar!” Mas numa equipe de filmagem não se diz isso duas vezes, como são curiosos. Me lembro que a turminha era formada por homens e mulheres, tipo assim, oito pessoas. O Rodrigo foi à frente e eu era o último do grupo. Se tratava de um corredor comprido, com pouca luz e um monte de cacos de espelhos colado nas paredes. Quando aquele homem lindo e forte, da cidade grande, caminhava em sua direção, invadindo aquele túnel, liderando aquele monte de clientes em potencial, as meninas de vida fácil na porta que ficava ao final, chegavam ao êxtase. Uma gritou: Ai que Lindo! Que homem! Porém o efeito da janta começava a fermentar no lindinho e a medida de adentrava o recinto um rastro de gambá o seguia. Na mesma hora uma puta mais feia e gorda, que estava no meio do caminho retrucou: “Lindo, mas como fede!”. Puteiros por si só, são sempre toscos, mas os de Passo Fundo são um caso á parte. Êta, povinho grosso. Depois de um dia de trabalho na cidade mais “solta das patas” que eu conheço, jantamos e peguei toda a equipe para passear pelo centro da cidade. Ainda era cedo, e de repente o grupo estava diante de uma boate que recém abrira, alguém sugeriu: “vamos entrar!” Mas numa equipe de filmagem não se diz isso duas vezes, como são curiosos. Me lembro que a turminha era formada por homens e mulheres, tipo assim, oito pessoas. O Rodrigo foi à frente e eu era o último do grupo. Se tratava de um corredor comprido, com pouca luz e um monte de cacos de espelhos colado nas paredes. Quando aquele homem lindo e forte, da cidade grande, caminhava em sua direção, invadindo aquele túnel, liderando aquele monte de clientes em potencial, as meninas de vida fácil na porta que ficava ao final, chegavam ao êxtase. Uma gritou: Ai que Lindo! Que homem! Porém o efeito da janta começava a fermentar no lindinho e a medida de adentrava o recinto um rastro de gambá o seguia. Na mesma hora uma puta mais feia e gorda, que estava no meio do caminho retrucou: “Lindo, mas como fede!”. Cadê a sensibilidade, êta, povo grosso, só por causa de um “peidinho” da capital. Já lá dentro, ficamos sentados juntos, analisando todos os detalhes e rindo muito da situação. Lembro que fazia calor e eu estava com a camisa um pouco aberta, eis que me chega uma menininha e põe a mão pela gola da camisa, alisando-me o peito peludo. Enquanto ela acariciava, eu só pra criar um clima perguntei: “Gostas de um homem cabeludo!” Ela bem serena respondeu: “Não eu gosto mesmo é de piça!” Ora, ora perdeu o tato quando criança, cadê a sensibilidade? Num momento tão delicado quanto esse, aí eu pergunto: Tem povo mais grosso que esse de Passo fundo?

8.2.06

Crie o bicho solto!!!!!

VIAGRA PRA QUÊ?

Já faz um tempinho que acorreu está história, mas lembro muito bem como começou, fora com uma doação de um grande amigo meu, o Alemão. O “Ale” trabalhava como laboratorista, um tipo de promotor de remédios. Ele ganhou de um amigo e me deu uma amostra grátis de Viagra. O cara me deu um comprimido só e me disse: - Não desperdiça cada um custa mais ou menos R$ 25,00. Tudo certinho, botei na gaveta do criado mudo e esqueci. E a mente é cruel, numa bela manhã ensolarada, minha esposa já tinha ido pra sua labuta diária e este mastodonte que vos fala despertou endiabrado. Estava dando o programa da Ana Maria Braga, quando me lembrei do tal Viagra na gaveta. Entre uma receita e uma piada do louro José, veio a idéia de tomar a pirulinha, pensei porque não tomar, porque tomar, tomei! Eu ainda com o troço na goela, olhava meu guri descansando, e nada, nem sinal de vida, deitado eternamente em berço esplêndido. Pensava em coisas que poderiam gerar alguma reação, quem sabe uns tapinhas? E nada. Começou, então, a TV Xuxa, os desenhos, aí mesmo que desisti de ver qualquer movimento de ascensão da criança. O pequenino dormia sem dó. Mas eis que de repente, quando eu não esperava mais nada, me aparece todo poder concentrado da força, ressurgindo das trevas como uma Fênix! E o Guri estava de pé firme e forte, pronto pra lida! Daí, fui pra covardia, dei tanto nele, o coitadinho sofreu nas minhas mãos. Voltei pra cama depois ato consumado, com o negro derrubado, pensei em voltar a dormir e de repente: Tchoin! Ele lá durinho de novo, levantei fui ao computador e ele ali desperto. Pensei em não judiar do sem pescoço, mas ele teimava em me dar pauladas na boca do estômago. Então, fui obrigado a jogar um dadinho no banheiro, ele morreu novamente, achei que fosse pra sempre e de novo, ele logo, logo “acordadito da Silva”.
Perambulei pelo apê com a Tevê ligada, aumentei o som do Ilariê e o Guri de pé, olhei a pia cheia de louças e me pus á lavá-las. Agora tem que brochar, pensei, quer coisa mais baixo astral que lavar pratos. E ele se auto-flagelava dando cabeçada no balcão da pia, achei que iria inutilizar minha Todeschini. Sei que a luta foi acabar perto do meio dia, comigo derrubado, e ele ainda “tentiando” lutar. Nunca imaginaria que funcionasse tanto em um cara tão jovem como eu. Já sei como resolver meus problemas na minha velhice. Indico aos amigos que estão com o guri baixado ou mesmo, querem encontrar uma boquinha pro seu guri.

19.1.06

Se o cara que inventou o Bamboocha fosse Gaúcho, o evento seria assim:

Tudo o que deu errado no Bamboocha:

Proibição de sair do hotel: Ninguém pode tirar o direito de ir e vir do cidadão! Estar obrigado a ficar retido em um recinto fechado ou cercado, está caracterizado o cárcere privado. Eles podiam sugerir que as pessoas não saíssem do hotel e participassem das atividades propostas. Mas não impedir a saída a qualquer hora de qualquer participante do evento, maior de idade ou menor acompanhado por seu responsável.
Certo dia, marcamos com Kojak (orientador e líder do nosso grupo) que sairíamos ás 13:30hs. Para o passeio no barco do meu primo, porém o chefe da segurança que sabia do combinado fora ao banheiro e baixou o rádinho comunicador. Ao chegarmos na praia outro segurança, perguntou sobre a autorização á produção, e um rapaz desavisado disse: “Ninguém sai!” O bate boca do Gaúcho aqui, foi foda! Estavam na praia: O Guido, o Decanto, o Rafinha e sua ratinha, todos com cara de criança cagada. Dentro da sua camionete, meu primo impaciente, só pensava no seu barco lotado pronto para zarpar.
Daí então, resolvi correr até a base de produção e achar alguém que soubesse da tal combinação, e nisso encontrei o chefe da segurança saindo do trono, abotoando as calças e ligando o maldito radinho. Cheguei gritando, já cobrando uma indenização, falando de um táxi que estaria na praia e do passeio que estaria perdido. Na mesma hora, me virei e voltei correndo á praia, enquanto ele passava a orientação da nossa saída aos seguranças. Na volta estavam todos da produção e da segurança enfileirados como empregados em revista pelo patrão. Com as desculpas prontas e esclarecimentos sobre a possível indenização cobrada por mim na saída. Resolvi deixar por isso mesmo e aceitei as desculpas. Mas fiz questão de deixar claro que a minha parte, o aviso, eu tinha feito certo. E os vexames começaram, vexame one!
Brincadeiras da APAE: A gincana e as brincadeiras foram um fracasso. Era muita gente, jovens difíceis de comandar, famintos por diversão. O Sr. Madruga(produtor) não tinha carisma para assumi-los e era muito difícil organizar este tipo de atividade, ainda mais para 300 pessoas. A desorganização imperava. Brigas por empates. Quase morreu uma menina na corrida de aventuras, e o resultado desta brincadeira foi errado e depois comemoração de um grupo, foi corrigido e o resultado favoreceu outra equipe. Ninguém sabe quem ganhou a gincana até hoje. Ouvi dizer que os prêmios surpresa eram os espaguetes da piscina que sobraram, pois as bóias, que eram massa roubaram todas. Vexame dois!
Se gritar pega ladrão não fica um meu irmão:No quesito roubo os Bamboochos e Bamboochas se superaram. Foram bóias, colchões de piscina, guarda-sóis, cangas, e tudo que dava pra carregar. Nas últimas horas todas as malas quase estouravam com um mundo de Fantas que um frigobar poderia ceder. Só não levaram os coqueiros do hotel por que estavam plantados a anos. Vexame três!
O Malboro perdeu o avião! Esta foi a notícia que chegara ainda na hora da janta da última noite. O dj tentou mas a grande atração não veio, o Fly(dançarino da Xuxa) tentou também, mas o povo é cruel, queriam ver o artista anunciado. Até parecia que tinham pago pelo show, e as notícias chegavam pelo microfone: Pegou o avião, chegou em Recife, já está no estado de Alagoas, está a caminho, etc... Nós saíamos ás 3hs. Da matina para o aeroporto e o Dj Malboro entrou no palco ás 3:15hs. Conclusão: Não o vimos! Ele fez show para meia dúzia de gatos pingados e cansados! Vexame four!
Conclusão: Não adianta só grana para este tipo de evento, tem que ter as pessoas certas e qualificadas no comando. Senão é só vexame! Contratem os Gaúchos!

Enquanto eu estava viajando o trabalho, se acomulava! Que dureza!

Acampando no Bourbon

Chega o fim de ano e aqueles comerciais de natal do Zaffari e Bourbon sempre botam o peru na nossa mesa. Então, era uma virada daquelas, entrávamos no sábado á noite e saíamos na segunda-feira as sete da manhã. Iríamos filmar um comercial de natal do Bourbon hipermercado, todo decorado. Eu era assistente do Paulo Leônidas, Diretor de Arte, muito festão, guirlandas e bolinhas á pendurar, pela aquela imensidão toda do supermercado.
Sei que na última madrugada, o Paulo me disse: “Segura as pontas aí, que eu vou encontrar um cantinho para uma soneca”. Segui seus conselhos e tomei conta do pedaço. As três da manhã, ele surgiu das trevas, descansado, reassumindo o seu posto e me deu a carta de alforria, dizendo: “Descobri uma barraca no setor de camping e dentro tem um colchonete, é a tua vez guri!” Mas como o homem era bom, fui correndo ao setor e entrei na barraca, ainda usando um gorrinho de Papai Noel na cabeça. Mas foi um sono de pedra, o colchonete perfeito, a barraca filtrava a luz, era o mundo ideal. Sei que acordei com este texto: “No setor de carnes, costela minga á R$ 4,60!” Dei um salto, sentei na barraca e lentamente abri o fecho, botando a cabeça pra fora, ainda com o gorrinho natalino. O super, já tinha aberto há horas e era quase meio dia. Uma mulher que estava com uma criança, puxou o garotinho pra próximo de si, como se o protegesse de um lunático. Eu agora saía da barraca engatinhando, todo amarrotado, me arrastando pela grama sintética do setor de camping. Parecia um Freddy Kruger de natal saindo do lago rastejando, um morto vivo. Era triste de se ver. Corri ao setor de geladeiras que seria o último ponto a ser filmado e tudo já estava organizado. Perguntei pela equipe a um vendedor e ele disse que tinham ido embora ás sete pouco antes de abrir o supermercado. E eu ali sem grana, sem ninguém, sem minhas coisas, pasta, etc... E pior, esquecido pelo meu chefe, dentro de uma barraca do Bourbon. Será que de tão bom que eu era , ele nem sentiu minha falta?

14.1.06

Sente o visual de protetor de tela !!!!!

Bamboocha I ( Primeira Impressão)

Como todos sabem, eu, o Decanto e o Guido ganhamos a promoção da Fanta Bamboocha, nossa foto que produzimos no Rio Guaíba, foi premiada. O prêmio era quatro dias num Resort cinco estrelas, na praia de Maragogi –Alagoas. Dia 05, foi o embarque, resolvemos em reunião da nossa equipe que eu seria vidraceiro, o Decanto meteorologista e o Guido massagista, isto para não comprometer ninguém, nem a firma. Imaginem três lacaios com tudo pago pela Dona Fanta, vieram nos buscar na casa do Guido (Nomeado por nós “O Ganhador”) ás cinco horas da manhã, para o embarque ás sete horas. Tudo correndo certinho de POA até o Rio, quando resolvi unificar um pouco o grupo. A cada trio de jovens que aparecia eu mostrava a plaqueta que eu tinha feito com restos da caixinha da merendinha da Varig. Estava escrito assim: “Fanta Bamboocha Club” e os baguais iam se amontoando. Saímos do Rio fizemos escala em Salvador, mais gente ia se somando ao grupo dos Bamboochas. E eu parecia a “Tia Iara” meio líder da CVC, comandando o grupinho. A chegada no hotel foi ao estilo Hawai, com dançarinas de hula-hula e colares de flores. Na noite teve o jantar e as programações do evento, ganhamos também: mochilas, cangas, camisetas, brindes e até um celular laranja! A comida era sensacional, o quarto bom, o hotel cheio de atividades e as festas, eram um caso á parte. Na primeira noite luau na praia, com DJ. Segunda noite: Banda Di Bob e Monobloco. Terceira noite: Dj Malboro (que chegou com quatro horas de atraso). Quase não vimos! O poder de barganha do nosso grupo era formidável, passeio de Buggy custava mais barato pelo número de pessoas, que tínhamos. O passeio de barco aos recifes também, tudo era pechinchado por mim, e sempre rolava o tal descontinho. Mas o desvirginar do Decanto, motivo tão aclamado da viagem vai ter que ficar pra próxima! O cara fala muito pouco, com os outros, com as minas e até conosco. Foram quatro dias e umas quatro palavras. Quem tem boca vai a Roma e não come ninguém.
Enfim não vejo a hora da promoção retornar no ano que vem, já tenho até a idéia da foto! Não adianta implorar que eu não conto, e se depois tu copia só para ires no meu lugar, comigo não jacaré.

31.12.05

2005 ANO DE GRANDES MICOS E ESTRÉIA DE KING KONG.

Ai, ai, ai, ai está chegando a hora!

Não vou mais escrever neste Blog. Prometo que este será o último texto que escreverei... neste ano, é claro. São exatamente, 18hs. do dia 31 de dezembro. O porco está no tempero repousando, para ser assado a partir das 20hs. Tudo muito cronometrado, tipo assim, evento japonês. To feliz, um brasileiro pobre, ganhou a São Silvestre e não paro de receber mensagens de ano novo no celular! Então, resolvi escrever estas humildes palavras de agradecimento. Quero agradecer aos meus leitores assíduos (e aCidas - bobagem), e a todos que acessaram este blog, no ano que passou, mesmo não deixando nenhum comentário (até porque sei, que não é fácil). Agradecer a Guadá estagiária da firma que me motivou a escrever e publicar, toda aquelas bobagens que ela ouvia o dia inteiro, neste espaço. Agradecer a minha esposa de nunca ter acessado este blog, assim não tenho critério algum, coisa que me faz mais engraçado. Melhor para vocês leitores: Narrador sem “papas na língua”= Diversão garantida.Tenho que agradecer as criaturinhas que fizeram as fotos de divulgação do blog, associando suas imagens a tamanha baixaria. Valeu turminha!

Ah! Resolvi também fazer um você decide, tenho tantos causos e histórias que coloquei abaixo as melhores que ainda não escrevi. Qual destas vocês querem ler primeiro no ano novo:

1-A história do outro gato que matei, o que foi possuído pelo demo.
2-Da vez que fiquei dormindo dentro de uma barraca no departamento de camping do Bourbon.
3-A história do Mussum, meu cachorro que fugiu e apareceu no dia do meu casamento na porta igreja, será que leu o convite?
4-Como foi meu início na Produção de televisão, fui expulso e depois de um tempo resolvi tentar novamente.
5-Dos puteiros que já fui nesta vidinha.

Ah! Preparem-se a partir do dia oito de janeiro, vem aí o diário de como foi o Bamboocha Club em Maragogi!

Até o ano novo! Beijos!

28.12.05

Criança tem cada uma!

“Que tempo bom que não volta nunca mais...”

Neste fim de ano, no marasmo das férias coletivas da empresa, encontrei no Orkut um amigo de infância, fato que me valeu ter ficado na cidade, durante a festa da virada. Faziam mais de quinze anos que eu não falava com o Angelito, grande amigo de minha infância e adolescência. Criei-me com um grupo de cinco amigos inseparáveis, eu, o Alemão, o Newton, o João e o Angelito. Foram tantas aventuras e sonhos que não haveria fim, se eu tentasse pôr tudo em um texto. Cada dia que nos encontrávamos nos olhávamos e ficávamos pensando como transformar aquele dia simplório, em um dia especial, e todo dia se repetia esse ritual. O ponto de encontro podia ser a minha casa ou em uma esquina qualquer do Guarujá. Só sei dizer que era demais. Eu era o tramposo, tipo o cérebro ardiloso do grupo, o verdadeiro “moita”. O Angelito era pau pra toda obra, não tinha “ruim” pra ele. O João era um detalhista sem igual, meticuloso e sempre topava a versão da maioria. O Alemão dono do buteco mais próximo era parceirão, mas perdeu algumas aventuras por estar atrás do balcão. O Newton adorava a tradição militar da família e tentava impor um pouco de disciplina no grupo. Eram os trapalhões, em suas aventuras, fizemos filme, tínhamos jornal, fazíamos viagens, comíamos na Pizzaria Chuca e muito mais. Foram diversas tramóias para conseguir dinheiro para levar o grupo todo ao restaurante: Livro ouro, campanha do agasalho, pedágio e muita maracutaia. Quando subíamos o morro do quartel da Serraria(propriedade do exército, com acesso proibido) aí era demais, acampamentos, caminhadas e a companhia do ilustre convidado Tavinho. O Tavinho era um caso á parte, era uma agregado ao grupo que vinha da Zona Norte para se tornar poderoso. Ele era um gordinho desajeitado, e sem nenhuma coordenação motora, era muito tosco e sofria muito. Só se fudia, e sempre queria mais, cada invenção nossa, era tipo um desafio de crescimento pra ele, tipo o Karatê Kid da época, superação total.

Mas a vida cruel parece não querer que o grupo todo se encontre novamente, agora que encontrei o velho Angelito de guerra, o Alemão se mudou para São Paulo. O Newton e o João estão “de baixo da minha asa”. Sabe de uma coisa, hoje vou atrás do Tavinho ou quem sabe do Jr. da Maria Luiza, da Hagamenon, do Vanildo, do anão do Danilo, etc...Vamos todos aproveitar e vamos atrás das nossas melhores lembranças da nossa infância. Tentem.


27.12.05

Ai a Muguer Magavilha!

TESTE DE "MACHEZA"

Desculpem a demora, mas são as festas de fim de ano que não nos deixam nem chegar perto de computador. Porém, para voltar com a bola toda resolvi lançar um novo e infalível teste, muito útil nos dias de hoje. Veja se você é realmente GAY! Se você é mulher teste com seu namorado ou marido, vai ser útil. Se realmente ele for putão você pode aproveita-lo para fazer as suas unhas, pintar seus cabelos use-o como cobaia. E se por acaso você se acha homem, tire aquela pulguinha de trás da orelha, que te perturba tanto.
Lápis e papel na mão vá somando os “sim”, mas sem hipocrisia responda com o fundo da alma, só a verdade.

PERGUNTAS:
1) Você seca o bilau compapel higiênico após mijar?
2) Já deu um berro afetado ao ver uma cobra, um rato ou outro susto qualquer?
(Este é infalível, pegadinhas atuais revelam muitos enrustidos)
3) Se você visse o seu pai saindo com outra mulher, você conta pra tua mãe?
4) Já aparou ou depilou algum pêlo do corpo?
5) Usa ou usou algum creme para o rosto?
6) Dança ou já dançou “I will survive” ou “YMCA”, e geralmente vai pra pista gritando?
7) Usa sunga na praia?
8) Curte Musculação, ou qualquer outro tipo de culto ao corpo?
9) Se arrepia com areia da praia, giz em quadro negro ou Isopor arranhando?
10) Já tentou ver, se com a tua boca, tu alcanças o teu pau?

RESPOSTAS:
(Some as respostas afirmativas)


Zero – Tu é galo, hein? MACHÃO .
01- Nunca deu, mas ta coçando!
02- Mariquinha!
03- Bixona!
04- Pederasta!
05- Morde a fronha!
06- Puto, á dá com pau!
07- Pediu pra ser viado e entrou umas três vezes na fila!
08- O Clóvis Bornay chorou!
09- Troféu “Vera verão” pra ti!
10- Mulher!

Vai assustar outro baixinho!

Apoie o MCCN - (Movimento Contra Cantigas de Ninar)

Um amigo meu Brasileiro morando nos Estados Unidos da América, para ajudar no orçamento, está fazendo "bico" de babá. E ele me relatou que ao cuidar de uma menina uma vez cantou "Boi da cara preta" para ela, antes dela dormir. Ela adorou e essa passou a ser a música que ela sempre pede para ele cantar ao colocá-la para dormir. Antes de ele adotar o "boi, boi, boi" como canção de ninar, a canção que cantavam (em Inglês) dizia algo como:
Boa noite,
linda menina, durma bem.
Sonhos doces venham para você,
Sonhos doces por toda noite"... (Que lindo, não é mesmo!?)
Eis que um dia Mary Helen perguntou o que as palavras, da música "Boi da cara preta"
queriam dizer em Inglês: Boi, boi, boi, boi da cara preta, pega essa menina que tem medo de careta...(???) Como ele iria explicar para ela e dizer que, na verdade, a música "boi da cara preta" era uma ameaça, era algo como "dorme logo, caralho, senão o boi vem te comer"? Como explicar que ele estava tentando fazer com que ela dormisse com uma música que incita um bovino de cor negra a pegar uma cândida menina? Claro que mentiu para ela, mas começou a pensar em outras canções infantis, pois não se sentiria bem ameaçando aquela menina com um temível boi toda noite...

Pensou: Que tal! "nana neném que a cuca vai pegar..."? Caramba!... Outra ameaça!
Agora com um ser ainda mais maligno que um boi preto! Depois de uma frustrante busca por uma canção infantil do folclore brasileiro que fosse positiva se deparou com a seguinte situação: O brasileiro tem é trauma de infância! Trauma causado pelas canções infantis!
Exemplificou sua tese:

Atirei o pau
no gato-to-to
Mas o gato-to-to não morreu-reu-reu
Dona Chica-ca-ca
admirou-se-se
Do berrô, do berrô que o gato deu
Miaaau!

Para começar, esse clássico do cancioneiro infantil é uma demonstração clara de falta de respeito aos animais (pobre gato) e incitação à violência e a crueldade. Por que atirar o pau no gato, essa criatura tão indefesa? E para acentuar a gravidade, ainda relata o sadismo dessa mulher sob a alcunha de "Dona Chica". Uma vergonha!

Eu sou pobre, pobre, pobre,
De marré, marré, marré.
Eu sou pobre, pobre, pobre,
De marré de si.
Eu sou rica, rica, rica,
De marré, marré, marré.
Eu sou rica, rica, rica,
De marré de si.

Colocar a realidade tão vergonhosa da desigualdade social em versos tão doces! É impossível não lembrar do amiguinho rico da infância com um carrinho fabuloso, de controle remoto, e você brincando com seu carrinho de plástico. Fala sério!

Marcha soldado,
cabeça de papel!
Quem não marchar direito,
Vai preso pro quartel.

De novo, ameaça! Ou obedece ou você vai se fuder..... Não é à toa que o brasileiro admite tudo de cabeça baixa....

A canoa virou,
Quem deixou ela virar,
Foi por causa da (nome de pessoa)
Que não soube remar.

Ao invés de incentivar o trabalho de equipe e o apoio mútuo, as crianças brasileiras são ensinadas a dedurar e a condenar um semelhante. Bate nele,mãe!

Samba-lelê tá doente,
Tá com a cabeça quebrada.
Samba-lelê precisava
É de umas boas palmadas.

A pessoa, conhecida como Samba-lelê, encontra-se com a saúde debilitada é necessita de cuidados médicos. Mas, ao invés de compaixão e apoio, a música diz que ela precisa de palmadas!

O anel que tu me deste
Era vidro e se quebrou.
O amor que tu me tinhas
Era pouco e se acabou...

Como crescer e acreditar no amor e no casamento depois de ouvir essa passagem anos a fio?

O cravo brigou com a rosa
Debaixo de uma sacada;
O cravo saiu ferido
E a rosa despedaçada.
O cravo ficou doente,
A rosa foi visitar;
O cravo teve um desmaio,
A rosa pôs-se a chorar.

Desgraça, desgraça, desgraça! E ainda incita a violência conjugal (releia a primeira estrofe).
Precisamos lutar contra essas lembranças, meus amigos! Nossos filhos merecem um futuro melhor!
Valeu o apoio galera! Vamos lançar a campanha contra cantigas de ninar!

3.12.05

Tem loira burra de boca cheia na fila pra fazer o seu depósito.

Botei som num baile Funk na FEBEM!!!!!

O desafio estava lançado, me convidaram para botar som num debut coletivo na Febem. Participavam da festa crianças e jovens carentes, á espera de adoção, é lógico que a noite toda prometia muito Funk e o Hip-Hop. Imediatamente fui produzir o equipamento com meu amigo Gabriel, que pela causa nobre, me emprestou na hora. Transportamos e montamos a aparelhagem, no local combinado, um salão de festa arrumado para a data, da melhor maneira possível. As paredes tinham recebido uma demão de tinta caiada. Quando cheguei, uma senhora, voluntária, fazia a decoração com todo carinho e dedicação, como se estivesse nos salões do Leopoldina. As meninas minha mãe, que trabalha na instituição, conseguiu maquiá-las no Hugo Beauty, e os vestido maravilhosos foram emprestados pelo Lions Club. Logo que cheguei, eu estava com medo de ser assaltado, roubariam meus cd’s, levariam o equipamento do Gabriel, mas este meu medo é de gente sem noção. Os bandidos não estão lá, os verdadeiros contraventores, são os pais irresponsáveis soltos pelo mundo, que não tem estrutura e responsabilidade para criar e educar uma criança. Estes pais fizeram como muita gente faz com um cãozinho novo, só depois de verem as reais dificuldades de se ter um animal, o descartam. Como se houvessem nenhuma relação de amor entre os dois. É um ato que eu abomino já com animais, imaginem com crianças. Bolo vivo com velas e rosas, apaga a vela dos meninos e pega a rosa das meninas, ao som do Armandinho: “conheci Paulinha numa noite de verão...,...Depois dos quinze menina vira mulher....” Tudo muito organizado e bonito, o comentário era que nunca se viu festa igual. A festa bombava e um parceiro foi se achegando, se aprochegando e logo deixou claro: “Sou eu que sempre ponho o som aqui nas festinhas, eu sei o quê a rapaziada gosta.” É lógico que já me aproveitei da sua larga experiência e botamos som juntos, a noite inteira. Quando o Funk e Hip-hop dominavam as pistas, subiu no palco a diretora da Febem. Ela me pediu para tocar outras músicas diferentes, aquele estilo já tinha em todas as festas dos detentos. Tasquei uma “La Bamba” e depois daí foi uma atrás da outra consegui com um golpe de mestre mudar o estilo da festa, sem perder a audiência, foi bárbaro. A experiência foi ótima, porém quando cheguei em casa, ao abrir a mala de cd’s, achei os óculos HD falsificado do meu parceiro. Conclusão, quem acabou dando uma de ladrão naquela noite, fui eu, mas fiquem tranqüilos que eu já devolvi. Enfim, a minha boa ação foi feita, um pouquinho do meu tempo que eu dediquei aquelas crianças sem nada, pra eles parecia um montão. Já é natal, procurem fazer o bem também, e ajudem que tem pouco ou ás vezes nada, você com certeza vai se sentir melhor.

29.11.05

Tem cada animal neste Planeta, que chega sem aviso!

Como era grande o meu Planeta

Desculpem-me o assunto escatológico, mas este texto está tinindo, se você não tem estômago forte melhor nem ler. Hoje mesmo, no almoço, o Sony me contou uma do planeta Atlântida, que fiquei só imaginando o desespero das criaturas. Logo após uma pessoa entrar em um banheiro químico, um grupo de arruaceiros balançavam a casinha e a viravam, detalhe, com a porta pra baixo. Imaginem só, você trancado naquele cubículo cheio de bosta, espalhada por todos os lados. Diz ele que os coitados tentavam respirar pelos furinhos nas laterais, como se estivessem se afogando naqueles líquidos e sólidos. Se eu pegar, eu mato um. Depois o grupo corria e se misturavam com as setenta mil pessoas do evento.
Me lembrei de um caso, quando eu estava trabalhando no planeta, fazem mais ou menos três anos, eu tinha credencial e o César Gay, meu amigão, queria entrar sem pagar. Combinei assim, eu entro e te passo o crachá na fresta dos tapumes entre os banheiros químicos. Eu fiquei na fila dos banheiros, quando eu ia me dirigir entre os dois WC’s um guri entrou rápido na frente e enfiou o pau na fresta do alambrado, pra urinar. Pra quê? Depois de mijar, o guri começou a rir e não queria mais liberar a moita. Daí já saquei, o César estava no lado de fora, fazendo o serviço no menino. Bati no ombro do cara e disse, é minha vez. Não brincadeirinha! Logo que o rapaz saiu com aquele sorriso estampado, eu passei a credencial entre as chapas de compensado, enquanto o César se recuperava, limpando o cantinho da boca.Foi nesta noite o último show do mestre Tim Maia!
Chegando em casa fomos dormir cansados, eu, minha esposa, o César e mais uma galera, tipo república. No outro dia encontramos ás três da tarde, dormindo no capacho da casa alugada, o Itamar, irmão da minha amiga Anahy. Quase tropecei naquele corpo encolhido em posição fetal, no tapetinho. O cara disse que bateu na porta e ninguém abriu, resolveu então dormir ali mesmo, viva a manguaça.
Não faz muito tempo, mas será que já se foi o meu tempo. Vamos ver agora o meu vexame no Bamboocha!!!!!!!!

Hoje em dia a gente que se virar!

Duas da manhã, não fiz nada até agora, vou cair fora!

Eu acho que se eu fosse Deus e estivesse criando o mundo hoje, eu o dividiria em dois grupos de pessoas, os que trabalham e os ficam em casa vendo tevê. Está certo, vocês vão achar que todo mundo iria querer ocupar o segundo grupo, o dos vagais. Porém, eu disse que, eu sendo Deus, sou quem iria determinar isso, cada um não teria escolha. Quanta ditadura, vocês vão pensar, mas no fundo é pra facilitar a vida da turminha do primeiro grupo. Porque eu penso assim? Primeiro, tem gente que mais atrapalha as pessoas que realmente sabem trabalhar do que lhes ajudam. Segundo, é impressionante como tem gente que fica bem melhor em casa sem fazer nada, parecem que foram feitos pra isso! Combina com eles. Conheço alguns, até bem próxima a mim, que não deveriam trabalhar nunca. Só reclamam, só se queixam, só repassam seus problemas ou logo já trocam de emprego. Acho que esta busca insaciável, por uma tarefa diferente, fazendo com que a criatura não pare em nenhum serviço, esta inquietude, na real, é a busca mascarada por um sofá com tevê. Qualquer trabalho é foda! Tu tens que ter muito jeito pra coisa, sair de casa alguns dias saltitante e feliz para um matadouro, é duro. Sabendo que estás deixando de viver coisas incríveis neste tempo, muitas vezes, desperdiçado no ambiente de trabalho. Não é para qualquer cabeça, o cara tem que ser treinado para isso, tipo “Flipper”. O Arnoni me disse um dia, que gostaria de poder viver, no nível que ele vive, sem ter que trabalhar. Pra mim, isto seria um caos, eu fico dois dias em casa, já vi DVD, já molhei as plantinhas e já matei a saudade do meu cantinho. E logo, logo eu quero atividades como as coisas que sei fazer melhor, ou assim penso. Já invento uma foto, uma produção, um curta, qualquer coisa que me remeta ao meio, do inferno. O quê vocês mais amam neste Blog, são os exemplos, então aí vai: O meu irmão. Este é um caso raro de uma pessoa que não deveria sequer, se mexer, dia após dia. Trabalho fixo, com patrão, horários, compromissos e responsabilidades, não é com ele mesmo. Me lembro de alguns casos no seu último emprego, quando ele era motorista de ônibus. Teve uma vez que eu estava fazendo um churrasco, depois de eu lhe contar os tipos de carnes que eu assaria, deu vinte minutos e ele apareceu na minha casa, me apresentou o cobrador do ônibus, comeram rápido. Eu sem entender nada olhei pela janela e ele correndo, indo embora, disse: “Tenho que ser ligeiro por tem passageiro no ônibus esperando” Não tinha como não notar o enorme veículo cheio de gente estacionado em frente a minha casa. Tinham vezes também, que haviam muitos lugares livres no coletivo e as pessoas não sentavam, ele dizia que bastava algumas freadas de soco e estavam todos os assentos ocupados. Também tem a vez dos vendedores ambulantes de pastéis, que não podiam comercializar o produto no interior do veículo, porém com a liberação de uma unidade do quitute, para o motorista, desta vez passaria. Depois de pedir demissão de um jeito bem seu, deixando ônibus lotado na beira da praia de Ipanema, com o pessoal todo esperando, enquanto ele entrava, de uniforme, no Rio Guaíba, para se refrescar um pouco. É lógico que hoje em dia ele não está mais trabalhando, deve estar em casa vendo tevê, onde é o seu lugar e de vários outros.

24.11.05

OS POBRES E SUAS CABEÇAS FANTÁSTICAS!

A INTIMIDADE É FODA, É PIOR QUE DEIXAR A EMPREGADA ALMOÇAR NA MESA JUNTO COM O PATRÃO!

Muitas vezes no passar dos anos, um casal cria situações um tanto constrangedoras, algumas vezes até sem querer. Tem certas coisas que nunca sua mulher ou seu marido deveriam ver ou saber que você faz, coisas que devem ficar no ar, pairando aquela dúvida cruel. Tipo tua mãe achando que tu tá demorando no banho por causa da punheta, entendeu?!
Então, aqui resolvi fazer mais um dos meus testes infalíveis.
(Lápis e papel na mão, some os pontos e veja o resultado no final)

TESTE: O QUÊ VOCÊ FAZ QUANDO NINGUÉM TE VÊ FAZENDO?
Imagine-se na presença do seu cônjuge, você:

1. CAGA DE PORTA ABERTA (1000 pontos)
2. JÁ PEIDOU EM BAIXO DO EDREDON (500 pontos)
3. ELOGIA MAIS A COMIDA DA SOGRA, DO QUE A QUE ELA(E) SE ESFORÇOU PRA FAZER (200 pontos)
4. BOTA A CALCINHA/CUECA COM FREADA DE BICICLETA NO CESTO DA ROUPA SUJA COMO SE NÃO HOUVESSE NADA (500 pontos)
5. CHAMA ELA(E)DAQUELES APELIDOS RETARDADOS NA FRENTE DOS COLEGAS DE SERVIÇO DELE(A), TIPO ASSIM: MOZO(A), MUQUITO(A), XUCO(A), CARUNCHA,ETC...
(200 pontos)
6. VÊ PORNOGRAFIA INTERNET ENQUANTO SEU PARCEIRO ESTÁ TE ESPERANDO NA CAMA NU (200 pontos)
7. PASSA FIO DENTAL CONVERSANDO COM SEU AMADO(A) (200 pontos)
8. TE BUSUNTA DE HIPOGLÓS, CREME DE HEMORRÓIDAS, ESPERMICIDA OU QUALQUER OUTRA PORCARIA QUE TE OBRIGA FICAR NAQUELA POSIÇÃO DE DAR ECO! (500 pontos)
9. APARA COM A TESOURA A MATA ATLÂNTICA, SEM SE IMPORTAR COM OS CATOQUINHOS NO CHÃO PRÓXIMO AO VASO (500 pontos)
10. CURTE CHEIRAR UM PODRINHO, EX.: A MASSINHA DE BAIXO DAS UNHAS DO DEDÃO, UM COTONETE USADO SAINDO FRESQUINHO, UMA BADALHOCA DO UMBIGO, ETC... ENFIM UM FEDORZINHO AMIGO!
(1000 pontos)

RESPOSTAS:
Veja agora quantos anos ainda pode durar seu relacionamento:

ZERO PONTOS – “GARANTO QUE TU TÁ SOZINHO(A) E VAI CONTINUAR ASSIM, NEURÓTICO(A)”
DE 200 A 1000 – “ÓTIMO CONTINUA CAMUFALADO(A)” + 10 ANOS
DE 1000 A 2000 – “JÁ ESTÁ ABALANDO AS ESTRUTURAS, TE CUIDA VAI TER QUE DDISCUTIR A RELAÇÃO” + 5 ANOS
DE 2000 A 3000 – “PORCO! VAI TOMAR JEITO QUE NINGUÉM É OBRIGADO!”
+2 ANOS, NO MÁXIMO
DE 3000 A 4000 – “AH NÃO! COM QUEM TU VIVE? DEVE SER NO ZOOLÓGICO DE SAPUCAIA, NÃO ACREDITO COMO PODEM TE AGÜENTAR!” É uma questão de + algumas horas, bomba relógio!


Mais de 4000 - "Te larguei podridão!"

Que vexame nem me lembrem!

22.11.05

Dica de Cinema

Não é nenhuma novidade, este filme já esteve em cartaz faz tempo, tem nas locadoras, e é um filme duca, chama-se Team América, detonando o mundo. Foi feito pelos criadores do South Park. É um filme debochado todo feito em Marionetes e é hilariante. Os heróis americanos tentam salvar o mundo dos terroristas, mas fazem tantas cagadas que acabam não salvando ninguém (como na vida real). Não percam para comentarmos depois, TEM MUITA PUTARIA, NÃO VEJA COM CRIANÇAS!

A Maldição de Montezuma

AH! A “Bi” que trabalha comigo na firma disse que falou com a minha prima na praia e ela me acha um pouco louco por que contei todos os podres da família neste Blog. Não, “Pri” de onde vieram estes causos tem muito mais, a nossa gente é rica em passagens que poderiam render um livro, e que livro! Tipo assim o Guinnes book! Mas o assunto das duas beldades nas areias escaldantes, fora sobre uma vez em que fiquei preso em Cancún, no México.
Não sei, fazem oito anos, naquela época do dólar um por um e os pobres naquele frenezi, realizando as suas mais loucas fantasias. A verdadeira farra do boi. Eu como bom pobre que sou, tinha um livro com uma foto de uma praia paradisíaca, água azulzinha e tranqüila, só uma ilha de areia branquinha e um coqueiro solitário no meio. Parecia um desenho de tão perfeito, e eu dizia pra mim mesmo um dia eu vou neste lugar! Pesquisei com amigos viajados e descobri que se tratava do Caribe, mais especificamente Cancún. OK! Procurei um pacote, pobre adora pacote, escolhi o mais barato, da Aerocancún, aqueles vôos com galinha, mascadores de coca e gaiola amarrada em cima. Marquei as passagens e fui! Na raça e na coragem, na ida tudo bem, na chegada no hotel um pouco de confusão por que nos disseram que um grupo de americanos mal educados não queria desocupar os quartos, tudo bem já era de se esperar deste filhotinhos de Bush. Logo nos primeiros dias em Cancún e fomos avisados que o nosso “paquete” de sete dias fora carpeado em um dia e seríamos reembolsados no valor equivalente. Murmúrios pra cá e reclamações pra lá, e no dia acertado estávamos ás 5hs da manhã no aeroporto. E nada do vôo sair, ameaçavam fazer o embarque e cancelavam, nós pela vidraça avistávamos o avião com o capô aberto fazendo reparos. Inventaram de tudo, está vindo de Miami uma peça para reposição, estamos reparando um probleminha no ar condicionado, e muitas vezes ninguém trabalhava na aeronave. Realmente era estranho. Á noite chamaram todo mundo, enfim íamos voltar ao Brasil, foi aquela festa, todos já sentados em seus assentos no avião, tranqüilos e já se formava grupos para processar a companhia. O avião então se posicionou na cabeceira da pista, acelerou o máximo e no meio da reta aliviou os motores. Estranho. O comandante avisou estamos retornando a plataforma de embarque “tiene que bajar”. Pra quê? Daí o pau comeu! Era aeromoça com medo trancada no banheiro, passageira grávida chorando, pegaram o tubo de oxigênio e batiam na cabine do piloto dizendo “Abre ô merda!” e o “gritirio” estava armado. Eu como bom líder disse: “Deixem que eu sei falar espanhol, graças a mi avuelo Merino”. Entrei na cabine por uma fresta de porta, que o comandante apavorado me abriu, e ele me disse então: “Não quero levantar vôo por que não vou por a vida de vocês em risco, vamos descer e amanhã depois de consertarem aí a gente vai!” A maioria dos passageiros não queria subir mais naquele avião amaldiçoado, nem amarrados. Conversa vai, conversa vem, ficamos mais três dias em Cancún, (que ruim não?) até que nos arranjaram outro avião. Eu liguei pra minha mãe e disse: “Catarina ficamos presos aqui no México, chama a imprensa para sair uma notinhar”. Assim eu poderia acrescentar a reportagem no processo futuro contra a Aerocancún. Dito e feito, a Catarina mexeu com meio mundo quando cheguei faceiro, de chapéu de mexicano e manta. Estava a minha mãe fingindo que chorava de saudades do filhinho, vejam o tamanho do nenê, registrando tudo aquilo a imprensa falada, escrita e televisiva, o mico tava armado. Mico não um King-Kong. Viram de onde eu saí, por isso não dá pra ser mais um rostinho lindo na multidão.

13.11.05

Tem gente lá na firma que deveria usar este tipo de assento!

Eu odeio comunidades do Orkut do tipo ”eu odeio”!

Caramba! Como tem comunidades do tipo ”eu odeio tal coisa” no Orkut, não sei se isso é bom ou ruim mas estão dando o quê falar, eu me dei o luxo de pesquisar as campeãs, que são:
Eu odeio que me cutuquem (Sei que foda, eu não me importo e tenho esta mania também.)
Eu odeio gente que se acha (Já me inclui a esta comunidade.)
Eu odeio pagode (eu sou DJ e acabo pondo de tudo, até isto.)
Eu odeio sabonete com pentelho (sem comentários, este vence disparado)
Eu odeio ficar menstruada (é assim que eu me sinto todo mês)
Eu odeio o Clips do Word - Aquele ícone animado com carinha que aparece de vez em quando (acho um porre!)
Eu odeio Zorra Total (é batata, a geral confirma)
Tá, vocês todos vão concordar que todas estas coisas são ruins, umas mais que outras, porém sabonete com pentelhos é foda! Aí o cara se puxou! Eu odeio Zorra Total também, mas na verdade o que eu odeio mesmo, é ficar sábado á noite em casa sem fazer nada. Ah! Ainda por cima na bosta da tevê não passa nada decente, só aquela porcaria da Zorra. Então eu odeio a Zorra!
Tem outras comunidades que odeiam pessoas famosas, com mais de cinqüenta mil participantes, cada, as celebridades preferidas são:
Eu odeio Felipe Dylon (e é Brabo mesmo, vence disparado)
Eu odeio Dado Dolabella (coitado nem sei quem é, mas odeio igual)
Eu odeio o Faustão (é uma mala sem alça, ele merece)
Eu odeio o Latino e sua festa no Apê (tadinho que injustiça!)
Só imaginem o que sente um ator ou cantor famoso que tem milhares de pessoas que lhe odeiam?
Só a energia negativa desta gente toda já assusta, não há arruda, nem reza forte que te libertem desta urucubaca. Talvez por isso que o Felipe Dylon nunca decole ou o Dado não seja um bom ator, quanto ao Faustão o pessoal é unânime. Já o Latino, é um caso a parte, tem quem ame e quem odeie, de que lado tu estás?
Eu odeio odiar, a palavra é pesada, o sentimento é forte e negativo, vamos se esforçar porque é Natal, fim de ano, vamos agora só pensar em coisas boas. Vem aí o novo comercial de natal do Zaffari, tem que chorar!
I love you!




10.11.05

Nunca tinha visto a Fátima Bernardes no Motel!!!!

Alguns Provérbios

1 - "Errar é humano, persistir no erro é americano, acertar no alvo é
mulçumano".

2 - "Nunca desista de seu sonho. Se acabou numa padaria, procure em outra."

3 - "Qualquer idiota é capaz de pintar um quadro, mas somente um gênio é capaz de vendê-lo".

4 - "Tudo é relativo. O tempo que dura um minuto depende de que lado da porta do banheiro você está".

5 - "O mais nobre dos cachorros é o cachorro-quente: alimenta a mão que o morde".

6 - "Se emperrar, force. Se quebrar, precisava trocar mesmo..."

7 - "Roubar idéias de uma pessoa é plágio. Roubar de várias, é pesquisa."

8 - "DEVO TANTO QUE, SE EU CHAMAR ALGUÉM DE MEU BEM...O BANCO TOMA !"

9 - "Quando lhe atirarem uma pedra, faça dela um degrau e suba... Só depois, quando tiver uma visão plena de toda a área, pegue outra pedra, mire bem e acerte o crânio do cretino que lhe tirou a primeira."

10 - "Na vida tudo é relativo. Um fio de cabelo na cabeça é pouco; na sopa, é muito!"

11 - "À beira de um precipício só há uma maneira de andar para a frente: É dar um passo atrás".

12 - "Eu queria morrer como o meu avô, dormindo tranqüilo, e não gritando desesperadamente, como os quarenta passageiros do ônibus que ele dirigia!"

13 - "Diga-me com quem andas que eu te direi se vou contigo."

14 - "Eu cavo, tu cavas, ele cava, nós cavamos, vós cavais, eles cavam..Não é bonito, mas é profundo."

15 - "Errar é humano. Colocar a culpa em alguém, então, nem se fala."

Não aceitamos piadas de Gaúchos, nem mesmo feita por Gaúchos!

Veja se tu és gaúcho mesmo, tchê !

Recebi o perfil de um verdadeiro Gaúcho escrito sob a visão de um carioca (deve ser viado). Então, se tu és Gaúcho mesmo tem que corresponder a 80% (no mínimo) desses requisitos. Marque quantas alternativas correspondem com teu jeito, o autêntico Gaúcho:

Comenta com você notícia que "deu na rádio Gaúcha".
Quando conversa, parece uma briga.
O melhor passeio de domingo, pela manhã, é ir ao Bric da Redenção.
As 6 da manhã, mesmo sábado ou domingo, ele já faz barulho na cozinha, com a chaleira e o mate.
Não existe lugar nem hora inconveniente para andar com uma cuia na mão.
Não toca na bomba enquanto bebe o chimarrão.
Toma o chimarrão até roncar, só aí passa ao companheiro na roda, não é que nem caipirinha que cada um bebe um pouco e passa adiante.
Não existe domingo sem churrasco ao meio-dia.
O que sobra, vira arroz carreteiro á noite.
Se for colorado, é anti-gremista.
Se for gremista, é anti-colorado.
Acha Capão da Canoa e Atlântida as melhores praias do mundo.
Se sobrar dinheiro, passa o verão em Punta Del Este.
Prefere pala e poncho a casaco.
Não dá a mínima para o sete de setembro, o importante é o 20.
Canta de cor todo o Hino Rio-Grandense.
É separatista.
Paga "um boi" pra não entrar numa briga e, depois que entrou paga “uma boiada" pra não sair dela.
Tem a bandeira no RS colada na traseira do carro.
Sempre tem um amigo "estancieiro" (fazendeiro).
Nunca existiu mulher mais linda do que Ieda Maria Vargas.
Odeia a poluição de São Paulo, mas adora a de Buenos Aires.
De Getúlio a Médici, todos grandes presidentes. Por que? Eram gaúchos...
A Zero Hora é tudo.
Deus enviou o seu Messias ao Rio Grande do Sul. Nome? Leonel Brizola.
Se acha provinciano, e se orgulha disso.
Harvard? Oxford? Cambridge? Yale? Princeton? Sorbonne? Que nada, universidade é a Ufrgs (se pronuncia ÚRGUIS), chamada de "a Federal".
Tem porte de arma, a maioria votou não e não sabe onde está sua arma.
O Centro de Porto Alegre, não fica no Centro...
Todo mundo tem apelido esse conhecem pelo mesmo.
Quando neva em Gramado, faz de conta que já sentiu frio bem pior.
A estrada que vai para o litoral se chama "Free-Way".
"Balada" tem conotação de tiroteio.
Tomar um "Balaço" é embriagar-se.
Vai ao Maracanã ver o Fla-Flu com camiseta do Grêmio ou do Inter.
Reza pra encontrar alguém do Casseta & Planeta, só pra quebrar a cara deles!
O primeiro telefone na memória do celular é sempre o do advogado.
Já quis ser aviador da VARIG ou tem algum amigo que trabalha lá.
Reclama dos preços da VARIG.
Pelé foi um enganador, craques eram o Tesourinha, o Alcindo, o Falcão.
Sonha em ter um sítio.
Se tiver o sítio, tem uma "egüinha", pra dar "banda" no sábado.
Gosta de comer "bergamota" no sol.
Acha que entende tudo de vinho.
Não tem a mínima idéia do motivo de pão francês ser "cacetinho".
Gosta de dormir depois do churrasco: "tchê, vou tomar uma Olina com chá de marcela e dar uma sesteada..."
Adora passear na Expointer.
Não perde uma oportunidade de trazer contrabando de Rivera .
Chama a esposa de "Mãe" e marido de "Pai".
Ou é "chimango ou é maragato".
Ou é PT ou é anti PT e não tem meio termo (Agora é todo mundo Anti).
Adora passar o dia em Gramado.
Desmarca até o casamento de um filho para uma pescaria ou caçada.
Adora chamar os outros de "fiá-da-puta" cujo plural é "fiá-das-puta".
Enlouquece quando é chamado de "filho da puta".
Adora assistir corrida com chuva no Autódromo de Tarumã.
Acha a Oktoberfest de Santa Cruz do Sul melhor que a de Munique.
Já votou pelo menos uma vez no Zambiase.
Parece íntimo de todo mundo que você encontra nos locais públicos.
Adora caminhar na Rua da Praia, mesmo sem saber o que anda fazendo por ali.
Não tem carro, tem "auto”.
Sabe de cor o "Canto Alegretense, Céu Sol Sul e Querência Amada”.
Sempre leva um baralho de cartas pra praia, pra um "carteado em dia de chuva”.
Tem dicionário de Porto-Alegrês.
Gosta de passear em supermercado.
Acha a Cidade Baixa um espécie de "SoHo" nova-iorquino dentro de Porto Alegre.
Acha o Moinhos de Vento parecido com a Recoleta ou Palermo.
Assistiu a algum show da Elis Regina, mesmo que tivesse quatro anos quando ela morreu...
Sempre foi apaixonado pelas "gurias do Anchieta". As Anchietanas.
Já conheceu uma namorada no Dado Bier.
Traiu a namorada no Café do Prado!
Vai pra Factory em São Leopoldo, pra não ser descoberto.
Gosta de ir no "Parcão", no "Brique" e na "Encol".
Come desde o sushi até a costela, mas misturar jamais.
Não perde uma despedida de solteiro na "Tia Carmen".
Gosta de dias de sol no inverno, pra "lagartear”.
Acha que ainda está em tempo de "pegar em armas contra a ditadura do governo central".
Já leu "A Ferro e Fogo", do Josué Guimarães umas 10 vezes.
Chama o Metrô de "Trensurb".
Os táxis em Porto Alegre são de uma cor indescritível, e não tem o banco do passageiro na frente.
O "Ocidente", no Bomfim é melhor bar da cidade e é uma bosta!
Chama arquibancada de "Geral".
Chama "Geral" de "Coréia".
Os Colorados acham que o Beira-Rio é maior que o Olímpico.
Os Gremistas acham que o Olímpico é o maior que o Beira-Rio.
Chama cavalo de "pingo".
Chama menino de "piá".
Chamam os gays de "fresco" ou viados.
Chamam as lésbicas de "Machorra".
Chamam os vizinhos "as véia(o) aí do lado", independente da idade deles.
Chama massa de ar polar de "minuano".
Já cantou muito Kleiton & Kledir.
É sócio, ou já foi, do Grêmio Náutico União ou da Sogipa.
Sempre quis ser sócio do Leopoldina Juvenil.
Gringo não são os turistas estrangeiros, são só os imigrantes Italianos.
Tem fixação por "produtos coloniais".
Espera o ano todo pela Feira do Livro.
Já se acostumou com o muro ridículo que separa a cidade do cais do porto.
Tem a mania de falar "Buenas Tchê".
Acha que as gaúchas são as mulheres mais bonitas do Brasi (e são mesmo).

5.11.05

O quê um mico não faz! Agora é só viajar e curtir!

TOMA FANTA QUE ...O ASTRAL LEVANTA!

Que eu me lembre: ”Nunca Ganhei Nada Nesta Vida!” Nunca tive sorte para bingos, sorteios, loterias e concursos. Até que chegou o dia que estas pestinhas, chamados de estagiários, cruzaram o meu caminho. Lembro de um estagiário da firma, o Cebola, vivia se inscrevendo no Click RBS e toda semana faturava um brindezinho, uma entrada pro cinema ou uma camiseta. Passei a me inscrever e concorrer também e nada. Nunca ganhei nem um ovo cozido!
Porém naquela segunda que eu cruzei a sala de arte sabia que algo estava para acontecer, ou a Guada tinha encomendado as cortinas ou nós ganharíamos o concurso Fanta Bamboocha. O Guido estava entusiasmado o Decanto sorriu, era o sinal. Dito e feito, hoje recebemos a confirmação que dia 05/01/2006 embarcamos para Maragogi, Alagoas. Fomos contemplados com uma semana no Nordeste com tudo pago pela Fanta, num Resort cinco estrelas. Gostou ou quer mais? O nosso trabalho para a foto também foi árduo, um dia de pré-produção de cenografia e figurino e no dia seguinte com a melhor fotógrafa da sala de arte e fomos fazer as fotos em Ipanema. Antes lógico marchei num almoço para toda a equipe na minha casa! Mas foi um prazer, mas como o Decanto come, pelo seu tamanho. Começamos a “clicar” logo após o almoço, e foi um baita mico, eu diria um King Kong, trocar três produções de figurino na beira da praia. Na versão loiras “Bambichas” o Guido tava a cara da Luciana Genro, o Decanto a Inhá-barbina e Eu o Bussunda vestido de mulher. E quando chegou uma turma de uma escola passeando pela orla e começaram a nos tirar! Que vexame, pessoas tão renomadas naquela situação. Parabéns para nós e obrigado a todos que acreditaram que um dia nós chegaríamos lá, no hall da fama. A partir de agora serão muitas entrevistas, MTV, promoções, comerciais, peças gráficas, spots e PV decorado com a nossa foto! O luxo do gaúcho! Favor marcar hora com a minha empresária!Obrigaduuuuu!


30.10.05

Será assim que os gatos vão me esperar no céu!

MATEI UM ATOR E NÃO FUI PRESO!

É conhecida por todos a minha admiração e jeito com os animais, já tive muitos cachorros, cocotas, canários, tartarugas, hamister e alguns gatos. E é justamente dos gatos que eu hoje vou contar uma história impressionante. Tudo começou em um set de filmagem, onde o patrão velho gritou: Sandro! Arranja um gato e põe no colo da vovó! E é pausa para o almoço! Saí eu perguntando no estúdio se alguém tinha um gato, até que a minha assistente a alemoa, disse: Minha comadre tem, vou ligar pra ela, vai almoçando sossegado!
Quando terminei de almoçar chegou uma moça no estúdio, e disse apontando para o carro fechado: Bom, aqui está o Mimi!
E eu perguntei sem ver o gato no interior do veículo: Ele é mansinho? Não to vendo!
Ela completou: Acho que ele tá meio assustado por que nunca andou de carro!
Já estranhei a situação, mas prossegui: Deve estar estressado pelo barulho do motor!
E ela desgrudou o gato debaixo do banco e me atirou nas minhas mãos confirmando: Ele nunca saiu de casa também! Bom, neste instante um gato esperneado, me foi jogado aos braços, me arranhou e pulou no chão! Sem conseguir pegá-lo, naquele instante comecei a perseguí-lo, enquanto a dona do bichano chorava e gritava: Mimi! Volta Mimi!
O animal estava tão desesperado que saiu numa disparada correndo pela rua do Parque entre o movimento de automóveis e ônibus. E sobreviveu. O bicho assustado entrava e saia em empresas e casas da rua e eu atrás. Tentei encurralá-lo várias vezes, mas ele sempre fugia, corri até a outra rua paralela. Perseguindo o gatinho percebi que ele entrara num buraco, quando cheguei mais próximo para pegá-lo, vi o gatinho nadando num fosso contra uma correnteza de água, e logo vi que ele acabaria entrando pelo cano. Voltei á firma peguei uma Kombi e fomos até a beira do Rio Guaíba onde tal cano desembocava. Na beira do cais o cano já se tornara uma galeria, me lembrei então do meu amigo bombeiro do batalhão do cais, que nas horas vagas fazia segurança nos set’s de filmagem. Chamei o Anrlei, ele prontamente veio de jet ski da brigada e perguntou quem estava ali? Eu disse é um ator que estava filmando comigo e caiu na fossa. Disse também que se eu não voltasse com o gato não tinha mais filme. Ele entrou e voltou com a má notícia: Do buraco onde ele caiu até aqui tem muitas grades, galhos e lixo ele deve ter ficado trancado. A marcha fúnebre começou a tocar na minha cabeça e já imaginei a dona do bicho chorando. Quando Cheguei perante tal moça contei tudo com os olhos cheios de lágrimas e entreguei os trintas reais de cachê pra ela. E ela me disse sem estar muito abalada: Tu queres que eu traga outro? Eu tenho mais três! Então estranhei e pensei cada gato trintinha, essa dona está fazendo, um bom negócio, me vendendo gato arisco! Não senhora, muito obrigado, por hoje já corri o suficiente!

(NÃO PERCAM A OUTRA HISTÓRIA DO GATO QUE MATEI, POSSUÍDO PELO DEMO)

28.10.05

Como fazer um louco

Ninguém nasce louco. A gente quando sai do ventre é purinho da Silva, até te darem umas palmadas, te fazerem chorar e te jogam no colo da tua mãe. Viram. Foi só uma frase e já começou a loucura. Para se montar um bom louco são necessárias tantas coisinhas miúdas: Ele deverá ser criado por sua família, muito bem moldado pelos seus pais, um verdadeiro trabalho de ourives. A família é a maior incubadora de psicóticos que nossa mente conseguiria criar. E eles se criam, e viram motoristas de trafic, produtores de comerciais, secretárias gostosas e logo estarão soltos para a vida. Geralmente, soltos para a vida dos outros, outros loucos criados por outras famílias insanas. E assim num efeito Gremlins, que caem na água, eles se multiplicam e proliferam, tomando diferentes rumos. Viram loucos assassinos, presidentes de grandes nações, loucos do hospício São Pedro e até loucos que trabalham contigo na mesa ao lado. É a vivência do dia-a-dia com as mais variadas neuroses, geralmente de pessoas que tu amas, que te fazem assim, um louco de carteirinha.
Poderia contar o caso que meu patrão já eternizou em sua coluna da Zero Hora. Aquele, de eu ter uma foto de infância na Disney sem nunca ter estado lá. Pequenas mentirinhas para se fazer uma criança parar de incomodar numa hora inoportuna. Me disseram: “O quê? de novo? Tu não lembras? Tu já foi, olha esta foto do calendário, é tu na Disneylândia” E eu vendo aquela criança voando no dumbo no parquinho, ali, no calendário do restaurante do meu pai, acreditei!
Também tem o caso da turminha, da quarta série, do colégio de freiras Mãe Admirável, que toda a classe foi escolhida para o coral, menos uma criança, eu. Foi lá a Catarina e quase transformou a freira em “noviça voadora” . E logo, logo, estava eu no coral com esta vozinha que deus me deu, fazendo bonito na apresentação de natal. Não pára por aí!
Eu lembro muito bem, das sobras de roupas da minha irmã que eu era agraciado de vez em quando. Modelos de Colans, macaquinhos, tamancos e melissinhas me chegavam para muitas vezes serem “customizados” por um toque de raiva, que me era peculiar nesta situação.
É lógico que na infância ou pré-adolescência de vocês devem ter inúmeras situações promovidas pelos seus pais, talvez melhores que as minhas. Porém se na tua vida está faltando um pouco de loucura e emoção, eu te empresto os meus parentes Dreher’s.

Rádio Patroa Procura

O Dia em que eu sumi por duas horas

Numa segunda-feira destas, o dia amanheceu mais tranqüilo que água de poço. Depois de um sábado e domingo tempestuoso, montando a apresentação de um grande job, de uma agência de São Paulo. Naquela manhã dormi bastante, acordei e minha mulher já havia saído para o trabalho. Saí de casa, quase meio dia, lavei o carro e fui conversar com um amigo, sobre possíveis projetos de cinema, e falamos muito. Quando já eram duas da tarde a minha assistente falou comigo (foi a última pessoa a fazer contato) e eu disse que ela poderia aguardar definições em casa, que eu estava indo para a produtora. E a minha viagem sobre como poderia ser o futuro, foi se divagando, até que se passaram duas horas. O atraso foi inevitável, já eram quatro horas da tarde, o celular no silencioso estava no bolso da camisa. Porém nunca imaginei que o “boca a boca” dos amigos por telefone, fosse gerar tamanha confusão. Fulana que ligou, pra bertrana, que ligou pra cicrana e ninguém sabia onde eu estava. Minha mulher ligou pra minha irmã, que telefonou pra minha pseudo-amante, a Jacque, sei que até pro H.P.S. ligaram. Era um seqüestro relâmpago, ou perdeu a memória e esta vagando nas ruas, ganhou na loteria e fugiu sem pagar os carnês, enfim um sumiço sem explicação. Foram só duas horas. Imaginem esta situação á alguns anos atrás, quando não existia o imediatismo do celular. Se saia pela manhã com o dia programado anteriormente, todo mundo sabendo aonde se ia, com quem ia, quando voltava, iria fazer o quê? Neste dia fatídico estava eu lá tranqüilo, pirando duas horas com um parceiro, celular no bolso, enquanto, praticamente um cara vestindo preto e cartola me media para eu abotoar o paletó de madeira. Toda a tragédia estava armada. Meus compromissos eram mais tarde, duas horas não fariam diferença, a responsabilidade, muitas vezes, aparentemente não visível, ainda possui o meu ser. E se eu resolvesse ter um “affair” extraconjugal no horário do meio dia, muito em moda atualmente. Aproveitando aquela promoção do motel na Cavalhada que dá um carreteiro, para os praticantes no horário do almoço. Eu nunca poderia usufruir a tal luxo? Só imaginem os bombeiros, a Jacque, a Fani, a Sandra, minha assistente e a minha esposa, invadindo a promoção, na borda da cama, enquanto eu comia.....o carreteiro é lógico! Assim não há quem consiga, tenha santa paciência!
Quando puxo o telefone para fazer uma ligação, a caminho do serviço, o mesmo estava chamando no silencioso, era a tia da minha esposa que estava na minha casa passando roupa. “Meu filho, estão todos loucos atrás de ti!” a ficha caiu, marcavam onze ligações não atendidas. Eu tinha estado sem comunicação por duas horas. Tive que ligar e explicar que não foi desta vez que a violência urbana atual, me atingiu, mas que o serviço de busca e apreensão das pessoas que me querem bem, está superando a nossa polícia, isto ninguém pode negar!

24.10.05

Sempre tem um trabalho pior do que o nosso!

Sacrifício

(Desculpem o desabafo, prometo o próximo texto será mais leve.)

Porque tudo de bom que se conquista nesta vida requer tanto esforço? Tem que ser assim tão sofrido? Se a lágrima solitária não correr, não vale. Qualquer coisa importante, hoje em dia, exige muito tempo e paciência. Estou falando de qualquer conquista envolvendo dinheiro, amor, tempo, estudos, projetos, enfim, tudo tem que ter sacrifício!
Ouve-se:
“Estou correndo atrás da máquina!”.
“Só os fortes sobrevivem!”.
“Dinheiro não trás felicidade!”.
“Se parar o bicho come, se correr o bicho pega!”.
São frases como estas que parece nos ajudar a buscar forças no cantinho mais escondido do nosso ser. Mas, ao mesmo tempo em que nos estimulam, nos cobram, a excelência nas nossas atitudes diárias.
Livros do tipo: “Como ser bem sucedido no mundo atual!” Sucesso nos anos 90, já não se fala mais, hoje apenas o individualismo importa, descobrimos que não há regras, o ser humano não vem com manual de instruções. O que é bom pra mim, pode ser o caos na tua vida. Ninguém conhece a fórmula, é que nem Coca-Cola!
Querem que nós vejamos apenas o indivíduo isolado, é o neoliberalismo desenfreado, consumindo todo o tempo e atenção da tua vida.
Vocês lembram de cursos de executivos onde se fazia teatro, passeios de rafting e simulações tentando aliviar o estress diário de seus cargos? Ainda é válido ou o que interessa mesmo é a “mufa” na carteira?
A correria do dia-a-dia faz com que, ás vezes, nem se note uma pessoa necessitando ajuda ao nosso lado ou pensamos: “Outra pessoa com mais tempo irá ajudá-lo!” Porém nem sempre é assim, e talvez aquele indivíduo ficará caído muito mais tempo ou nem levantará novamente. Cada vez, quando se descansa, parece que aquele tempo de alívio lhe será cobrado mais adiante, com o dobro de sacrifício. O bolo de neve vem atrás e a gente correndo na frente. Por isto, se esforce para ter tempo para as pessoas que tu amas, se esforce para ter tempo para fazer o que tu gostas e veja mais as pessoas. Enxergue-me, pois eu estou a cada dia tentando te enxergar. Valeu!

19.10.05

Êta, Técnico puxa saco!

Pior que pobre só mesmo puxa-saco!


Tá certo, um puxa saco tem seu valor, mas também não vamos generalizar, como o Marco Castro tem poucos! O Leonel e o Maurinho "Abriguinho" tentam mas o lugar dele está lá, firme e forte! Sabe aquele dia que tu estás de cabeça baixa se sentindo um traste, aí aparece aquela figura que eleva o teu astral. Dizendo mas tu é bom! Como tu tá lindo hoje! Que cheiroso! Tu sabes que é a mais pura mentira, tá na cara! Mas que é bom esta massagem no ego, ainda mais pra quem trabalha em publicidade. Lembrei-me do caso Xau-leem, que ficou conhecido no mercado por seu ato histórico. Imaginem. Jogo de futebol na praia, em Ibiraquera, toda a equipe jogando, modelos versos produção, o Patrão vem com a bola passa pro Xau-leem, e pede a bola de volta, bem próximo ao gol. Só que afoito e obcecado, ele chuta em gol e marca. No meio de sua comemoração, ele olha pro Zé, que faz aquela cara de “puts! era pra passar pra mim!” Ele paralisa e neste momento num ato instintivo, vai abraçar o Zé, dizendo: “O gol foi teu! O gol foi teu! O gol foi teu!”. Assim não dá! Na frente dos outros fica descarado e vira deboche!
Mas acho que esse tal de “puxasaquismo” e uma corrente. Todos somos, uns mais outros menos, mas todos somos! É uma cadeia, eu puxo do Fulano, o Cicrano puxa o meu e o Bertrano puxa do Cicrano. E todos vivemos felizes nesta cadeia. Também associado ao puxa-saco está um tipo de cumplicidade, tipo os trapalhões sempre um se fudia para o outro se dar bem. Pena que a gente já sabe como termina está história, quer dizer, quem se ferra e quem se dá bem. Ele é uma espécie de “Mãe Dinah”, tem o poder de enxergar coisas em ti que ninguém vê! É um clarividente, de suas qualidades e adjetivos. Grande dica de um PHD no assunto: Tem que correr para ser o melhor, tem que ser rápido, quando uns estão indo, o bom puxa-saco tem que já estar voltando com tudo resolvido!
Por isso eu digo, todo mundo deveria ter um, ou achar o seu que deve estar bem próximo, tipo, no meio das tuas pernas, agarrado ali nas queridas.





15.10.05

14.10.05

TESTE DE POBREZA

Descubra se você tem um pobre dentro de ti, marque um “X” nas alternativas abaixo e some-as, no final se auto avalie.

( ) Eu dobro as sacolinhas do Big pra guardar.

( ) Pra mim não existe churrasco sem vazio ou costela.

( ) Eu amasso as sobras de sabonete e torno todos os restos uma única badalhoca.

( ) Sem querer, eu sempre que um iogurte, lambo a tampinha de alumínio.

( ) Já veraneei uma vez em Quintão ou Magistério.

( ) Quando o shampoo termina, eu encho o tubo de água e chacoalho, para aproveitar o último restinho!

( ) Tenho pelo menos um Cd ou DVD pirata (camelô).

( ) Não me importo com o cheiro de bergamota.

( ) Quando a lata de Nescau tá na metade, completo com açúcar pra render mais.

( ) Fiz um pratinho de salgadinho num aniversário, pra levar para um parente que ficou em casa.

Número de alternativas marcadas:
0 - Rico pra caralho
1 - Novo Rico, emergente
2 - Pobretão metido á besta
3 - Come feijão e arrota peru
4 - Tens que rever teus conceitos
5 - Tá com o pé na favela
6 - Te muda pro morro
7 - Vou esconder a prataria, quando tu fores lá de casa
8 - Pobre coitado
9 - Vileiro
10-Mendigo, pobre de carteirinha.





13.10.05

Vem aí o texto sobre pobre, coisa de intelectual!

É SOM DE PRETO, DE FAVELADO, MAS QUANDO TOCA NINGUÉM FICA PARADO.

Breve documento sobre o FUNK

Não gosta, não ouve. Letras medíocres, som de pobre, incitação ao sexo, mas que o “batidão” faz muita gente balançar, faz. O “Churras-funk”, evento consagrado da firma, provou que o ritmo pega, e os guris também. Tinha tanta gente dando show que a Renatinha, (grande adepta do ritmo, como eu) deve ter sentido seu reino ameaçado, com as falsas “tchutchucas”, que queriam quebrar todo o seu barraco. Tinha “Balaio” quebrando de ladinho que se pega na baixinha, ela voa, porém ela provou que tem o pé no Pancadão, é lógico que sua atuação foi de “expert”. Eu não sabia é que o funk era tão difundido no vale do Rio dos Sinos, nossa loira da região provou que saber descer até ficar atoladinha. O Alemão é que ficou atoladinho dentro carro, pena que foi no coquetel da Guadá e seu “Fla-flu Jatobá”.
Sobre a questão do apelo sexual, se gente for analisar a maioria do humor infantil brasileiro circula neste sub mundo. O Didi dos trapalhões, tem um monte de malícia no seu programa e muitas vezes insinua piadas de cunho sexual. E nem por isso deixou de ser embaixador da UNICEF. A própria Xuxa, “rainha dos baixinhos”, mandou comprar todas as cópias de um filme pornô, do seu início de carreira, onde transava com uma criança. E hoje ela posa defendendo o estatuto da criança e adolescente, chega de hipocrisia, minha gente!
Mas as verdadeiras festas funk são uma pobreza só, um bafo quente de perfume barato, enfim, o quadro da dor na moldura da desgraça. Eu sei. Fui buscar um dia deste meu afilhado, numa destas manifestações, na Vila Nova, tinham muitos pais tentando arrastar suas filhas para ir embora e estava difícil. Era uma choradeira que pareciam estar viciadas no tal som. Depois que entra, esquece, jogue fora seus critérios e divirta-se.
O “Abriguinho” que dirige a van escolar da sua mulher, me contou que volta e meia ele tem que dar um “pára-te-quieto”, nas guriazinhas cantando “tô ficando atoladinha, tô ficando atoladinha!” Pior era a febre do “Tchan” cantando e dançando “na boquinha da garrafa”. Sendo que esta música pra mim era muito pior, por causa do perigo de não ter de volta o vasilhame. Os hospitais também, receberam gente acidentada com a famosa garrafa, introduzida nos menores orifícios de que um corpo humano pode imaginar.
Por isso eu convido, participe da “Festa da Paula, é Paula dentro e Paula fora!”
Fui!

"Dako é bom" pena que não lembro pra quem!

12.10.05

Piadinha!

O coelho vinha correndo pela floresta quando viu uma girafa acendendo um cigarro de maconha. Então, ele parou e disse: Dona girafa, pare de fumar isso ai e vamos correr pela floresta, você vai ver como ficará em forma! A girafa pensou, jogou o cigarro fora e foi correr como o amigo.
Pouco mais à frente, eles encontraram um urso cheirando cola. O coelho de novo: Oh, seu urso, deixa disso!! Venha correr com a gente para ficar em forma! O urso colocou a lata de lado e foi correr com eles. Mais para a frente, encontraram um elefante consumindo cocaína: Oh, elefante, não perca seu tempo com isso Vamos entrar em forma correndo pela floresta. E o elefante se juntou ao grupo. Metros adiante estava o leão, viciado em heroína, com uma seringa: - Oh, meu grande rei, pare de fazer isso e vamos entrar em forma! O coelho levou uma patada e voou longe. Os animais, revoltados, perguntaram ao leão:Você está louco? Por que fez isso com ele? E o leão respondeu: Toda vez que esse coelho filho da puta toma ecstasy me faz correr como um idiota pela floresta inteira!!!!!!!!!!

Falar de fim do mundo mundo, hoje em dia, já não assusta mais do que falar em fim do mês!

6.10.05

Tu não esperou eu molhar o bico!

Este ramo que eu e meus colegas escolhemos para trabalhar é mesmo fantástico e nos proporciona muitas risadas. Os erros de comunicação são muito comuns, são palavras, expressões ou nomenclaturas que viram folclore. Por exemplo: A Ana Célia ficou conhecida, no meio publicitário, por suas “Balas de Miami” enquanto todo o set de filmagem pedia rápido, as comuns “Malas de Baiano” (artefato usado para fazer contra-peso em tapadeiras). Existem casos sobre coisas simples, como a citada, que não causa transtorno algum, fora á reputação da compreensão da Ana, mas lembro de um “causo” que foi um verdadeiro vexame. Existia um assistente de set que nas horas vagas era engajado com o Green peace, Chamado Rodrigo Baleia, para os íntimos apenas “Baleia”. Lembro-me de um comercial para as lojas Paquetá que o fundo no estúdio era uma enorme bandeira tremulando. Movimento este feito, ás escondidas, pelo Baleia, lá no fundo atrás do imenso pano. De repente chega a mim uma modelo, moça bonita, primeiro comercial, extremamente gorda, vestindo um Maiô, representava uma nadadora e a ação dela era só colocar um óculos de natação. Eu a posicionei em quadro e pedi que aguardasse as ordens do diretor (o Peninha) e fui para junto dele no monitor. E não é que a primeira ordem do “Pena”, foi: Sacode “Baleia”! Se referindo ao assistente de set atrás da bandeira, e a pobre moça começou a rebolar! E perguntava: Assim? Quem iria dizer á ela que estávamos falando com outra pessoa, se todos escondiam-se atrás do pequeno monitor, rolando de tanto rir! É lógico que sempre sobra para o produtor, e eu disse que não estávamos falando com ela, era com o menino da bandeira. Tem outra também, quando na gincana do dia-a-dia o “Zé“ me pediu um cachorro durante um set de filmagem, no desespero saí e fui na minha casa buscar minha cadela chamada “Véia”. Certo, cheguei com uma cadelinha fox, e a idéia já tinha passado e não se precisa mais do animal. Eu morava longe do estúdio e iria perder muito tempo retornando a minha casa, no final a “Véia” votaria comigo. Enquanto continuávamos o filme, o animal ficava solto no estúdio e sempre caminhando atrás do Zé. Ele me pediu várias vezes e eu tentei resolver: ”Tira esta cadela daqui! Tira este bicho do estúdio!” Até que ele se encheu e gritou para que todos ouvissem: “Tira a veia do estúdio!” Neste exato momento uma senhora de idade, que fazia figuração no comercial, já saindo disse: “Deixa que eu saio sozinha, vocês não tem jeito com pessoa de idade, sei, sei, tô fora!” Vai produção. Corri para retornar com a senhora ao set de filmagem e avisá-la que nos referíamos ao animal! Por isso, repita: ema, ema, ema, ema, ema e diga rápido como se chama a clara do ovo?

3.10.05

...E o Zezé de Camargo disse que não tinha o que comer!

Menino não chora!

Este filme é bem feito, os atores estão bem, tem qualidade, porém é um engodo! Um baita de um pega ratão! Fui numa quarta, no Shopping Praia de Belas (só porque é mais barato neste dia), na sessão das 16hs. Não tinha quase ninguém, de repente, chegaram excurssões de terceira idade, que quase lotaram o cinema. Aquele cheiro de mofo no ar, que eu não sei se vinha do carpete do cinema ou do figurino das vovós. Fingi estar esperando para entrar no Banrisul e fiquei no corredor do shopping, me faltava coragem. Um lado meu “bagaça” me puxava pra dentro, e desconfiado, como se procurasse uma câmera escondida, meu resto de critério, me puxava pra fora. Pensei, ainda dá pra vender os tickets para uma velhinha atrasada. Não! Sou galo! Entrei! E eu ali, sentado, frio, sem esperar muito de um filme brasileiro e ainda por cima sertanejo, sem preconceito gente. Mas não me deixava levar pela aquela tristeza e miséria por vir, já que ia acabar na fortuna atual da dupla. Eles tentam de tudo: tem criança pequena, choro, espancamento, morte, um alejado, fome. Qualquer coisa que te faça chorar, E eu ali firme e forte. Engraçado é ver a Zilú (esposa do Zezé) e a Vanessa Camargo (pequena ainda) sofrendo tanto. Porque engraçado? Por que não consigo entender como hoje elas não vivem sem motoristas, piso de mármore aquecido e lustres e escadarias, como as do teatro São Pedro. O Luciano coitado este é um rejeitado desde que nasceu. A dupla boa, os galos cinzas mesmo, era o Zezé e o irmão que morreu. O renegado contou seu primeiro amor, mãe de sua filha, como se o fim fosse por traição. A bagaceira da ex-mulher dele, foi em um destes programas de fofocas, dizer que ela não é mulher de vida fácil, não sai com qualquer homem, e que deixou dele por ele é gay! Bafo! Já está todo mundo falando! A gordinha morde a fronha!
Tá, depois de ver todo o filme e chorar bem pouquinho, só na hora que o Francisco compra todas as fichas telefônicas do mundo. Pensei ter visto tudo, porém o fim do filme vira o Fantástico, com o quadro “Me leva Brasil”, visitam a maloca onde eles moraram, tem pose para foto atual da família e show culmina, com a entrada dos velhos pais chorando. Bah! Te larguei! É truque puro, ascenderam as luzes e eu inchado, mas que vergonha, não sei se era de raiva ou de tanto chorar. É um baita pega ratão, e o ratão aqui foi pego!
Mas deixem isto gravado, quando tínhamos três filmes de qualidade, nunca ganhamos o Oscar. Escrevam, este filme vai trazer a estatueta e eu ficarei envergonhado outra vez!.